Casa da oposição, onde falta o pão do voto, é briga em que ninguém tem razão

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Depois da pesquisa Datafolha – outras “piores” virão – a oposição vive o seu momento antropofágico mais agudo, já que não é exatamente novidade o desejo de se devorarem um ao outro.

José Serra assiste, satisfeito, a aceleração dos acenos do PPS de Roberto Freire a Eduardo Campos.

O Democratas namora a ideia de , nada por nada, ter candidato próprio.

Randolfe Rodrigues, do PSOL,  vai recolher parte dos órfãos do casamento de conveniência entre Eduardo Campos e Marina Silva que não perceberam antes que o embate de 2014 é entre esquerda e direita.

Joaquim Barbosa, que o Datafolha tenta seduzir a uma aventura eleitoral, tem que aguentar ofensas ao seu ego como a de só ser aceito por partidos nanicos, ao ponto de Levy Fidelix, “o homem do aerotrem”, desejá-lo como vice…

Campos admite que a “nova política” é menos importante que os arranjos eleitorais locais.

Não é na política, porém, que a oposição real, formada pela aliança mídia e capital, aposta suas fichas.

É numa crise econômica tão forte quanto possível.

“São os números das contas públicas, da inflação e da cotação do dólar que podem assombrar Dilma na eleição. Pesquisas ferem, a economia mata.”, diz os analista de pesquisas do Estadão, José Roberto de Toledo.

A sabotagem econômica, como já se pode ver neste final de ano, será o discurso oposicionista.

O post Luciano Martins Costa: Imprensa inventa crise para dizer que Dilma sobe por “ineficiência” alheia, do Viomundo é uma clara afirmação disso.

Este é o combate de 2014.

O resto é perfumaria.

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