A hora é da PEC

Lula não terá problemas com a recomendação médica de não abusar da garganta, falando muito.

Chega amanhã a Brasília para ouvir.

O centro de suas atenções estará na PEC do Orçamento, que precisa começar a tramitar amanhã, para que a aprovação chegue antes do recesso.

Nada é mais importante agora que garantir tranquilidade já para o primeiro mês de governo e não a indicação dos ministros que, ao contrário, representa um limite nas negociações da montagem de governo que, depois de atravessado, dele não se pode voltar atrás.

O resto é lobby e “enrolation” para ter o que publicar e a quem entrevistar.

A dificuldade em fechar um acordo está menos no Senado que na Câmara, e as indefinições se devem mais à necessidade de que a aprovação na Câmara Alta seja nos termos acertados com Arthur Lira, para que não se corra o risco para que emendas sejam aprovadas na segunda votação e obriguem o retorno aos senadores.

Tudo indica que os termos finais serão de uma liberação do teto em torno de R$ 100 bilhões, por quatro anos.

Isto é o essencial para que o governo eleito não tenha de começar como este está terminando: com cortes em serviços públicos, alguns deles essenciais. Pior, contabilizando no governo Lula despesas feitas ainda no perído Bolsonaro.

Lula vai emprestar o fio do bigode aos acordos encaminhados por Geraldo Alckmin.

E mostrar que ele não apenas cumpre o que é pactuado, mas vai além.

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