Cancelar o censo é cortar 240 mil empregos na crise

A direita condena os auxílios sociais dizendo que é um “salário sem trabalho”.

Mas acaba de, em nome de cortes no Orçamento, eliminar cerca de 200 mil empregos temporários que ajudariam a aliviar a situação de penúria de famílias de todo o Brasil.

A suspensão da seleção para recenseadores do Censo do IBGE acaba de abolir 204.307 vagas no mercado de trabalho: 181.898 recenseadores e 22.409 agentes censitários municipais e supervisores.

Nada de “marajás”: todos bagrinhos, com salários pouco acima do mínimo.

Como melhor perfil para este momento: escolaridade média, dispersão por todo o país, pessoas mais vulneráveis ao desemprego e , por serem empregos temporários, sem comprometimento futuro das contas públicas.

Muitos, mesmo ganhando pouco, devolvendo estes valores em trabalho e trabalho muito útil para o país.

Não é, pois, economia, é burrice, pois o censo terá de ser feito adiante e alguém pode achar que vai sobrar dinheiro em 2022, ou 23, ou 24…

Só não é pior porque o Censo serve para definir políticas públicas sociais e isso é tudo o que não temos no Brasil de hoje.

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