EUA e Europa voltam a medidas restritivas por causa da Covid

Nos Estados Unidos, nove bairros de duas regiões de Nova York fecham, a partir de quarta-feira, escolas e todos as atividades não essenciais. Na França, grupos de mais de 10 pessoas estão proibidos nas ruas de Paris e os bares da cidade fecharão suas portas a partir de terça-feira. Em Madrid, na Espanha, o limite é de seis pessoas e a prefeitura da cidade está em conflito com o governo central, que quer restabelecer o “lockdown”. No Reino Unido e na Itália, o mesmo.

De novo, o mundo está nos enviando sinais de que a onda da Covid-19 não só não terminou como, há um mês, vem registrando marcas recorde, acima de 300 mil, para o número de novos casos de contaminação.

Hoje, o Brasil ultrapassou a Espanha em mortes por milhão de habitantes (696, segundo o Conselho de Secretários de Saúde) e tornou-se o terceiro país em taxa de mortalidade, atrás apenas do Peru, da Bélgica e da Bolívia.

Mas a impressão que se tem de nossas autoridades – políticas e judiciárias – e a de que tudo está bem – como pode estar com quase 150 mil mortes! – e que tudo terminaria com a virada do ano e uma incerta vacina.

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