Inflação segue em alta e passa de 5% para os mais pobres

Acabam de sair os índices de inflação de novembro do IBGE e a inflação segue dando sinais de alta expressiva, subindo no mesmo ritmo de outubro.

0,89% para o IPCA (cesta de consumo de famílias até 40 salários mínimos de renda) e 0,95 para o INPC, para as de renda até cinco mínimos – e este é o índice que vale para a correção do piso dos salários e dos proventos de aposentadoria.

Com isso, os índices acumulados no ano foram a 3,13% (IPCA) e 3,93 (INPC). Em doze meses, respectivamente, 3,93% e 5,2%.

Havia esperanças de que dezembro houvesse uma queda significativa, porque este mês, no ano passado, foi o da disparada de preços das carnes. Pode ser que seja menor, mas certamente não será tanto, sobretudo porque o aumento da energia elétrica, anunciado semana passada, terá forte peso no gasto das famílias.

Em novembro, a alimentação continuou sendo a locomotiva das altas de preço, com aumento de 2,54%, com um encarecimento que vai se aproximando de 20% no ano.

Podem aposta que, com 5% de correção no salário mínimo, aposentadorias e pensões, vão começar a falar, outra vez, em congelar os proventos dos aposentados que ganham acima do piso.

 

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