Nova York valida diagnóstico clínico. 40% dos testes é positivo

Do The New York Times:

A cidade de Nova York, que é o epicentro do surto de coronavírus, aumentou acentuadamente seu número de mortes em mais de 3.700 na terça-feira, depois que autoridades disseram que agora estão incluindo pessoas que nunca deram positivo para o vírus, mas que se presume que morreram por causa dele. Os novos números, divulgados pelo Departamento de Saúde da cidade, elevaram o número de pessoas mortas na cidade de Nova York para mais de 10.000 e pareciam aumentar a taxa geral de fatalidade dos Estados Unidos em 17%, para mais de 26 mil. Os números evidenciaram o número impressionante que o vírus já causou na maior cidade dos Estados Unidos, onde as ruas desertas são assombradas pelo uivo quase constante das sirenes das ambulâncias. Muito mais pessoas morreram na cidade de Nova York per capita do que na Itália, o país europeu com mais mortes.

Hoje cedo, o governador do Estado de Nova York falava que já se tinha atingido o pico e os registros indicavam queda.

Aqui, adotado o diagnóstico clínico, diante da limitação de testes o número pulará muito mais.

Lá, testaram-se 500 mil pessoas no Estado, que tem 20 milhões de habitantes; aqui se testaram pouco mais de 50 mil em 210 milhões de brasileiros.

São dados oficiais, lá.

Na cidade de Nova York, a taxa de testes que resultaram positivo – e foram 221 mil! -foi de 49,9%, a metade!

E não só em quem tem sintomas.

Os nossos números são uma ficção.

O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil, dizia o velho udenista Juracy Magalhães.

Que ao menos agora fosse, para o povo brasileiro pudesse saber a verdade e proteger-se.

 

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