O general é fujão?

A justificativa apresentada por Eduardo Pazuello para não comparecer fisicamente à CPI da Covid, amanhã, “por ter tido contato com pessoas contaminadas” é tão insólita que dá a qualquer pessoa o direito de imaginar que se trata de um expediente covarde para evitar ser diretamente confrontado pelos senadores.

Exceto quando ele próprio testou com resultados positivos, Pazuello jamais praticou ou recomendou qualquer tipo de quarentena, mesmo participando de sucessivas aglomerações de integrantes de um governo que se tornou uma estufa de vírus.

O debochado passeio sem máscara num shopping em Manaus e a “escolinha do professor Jair” em que se matriculou para “treinar” as respostas mais convenientes mostram que Pazuello jamais teve estes cuidados.

Pazuello quer ganhar tempo ou quer submeter-se a um interrogatório remoto, sabe-se lá se para contar com assessoramento ou fugir do”olho no olho”que teria de enfrentar?

Uma coisa ou outra, Pazuello lambuza o Exército Brasileiro, ao fazer a figura do general-poltrão, que escapa de assumir suas responsabilidade.

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