O general fugiu

No post anterior, já se imaginava.

E Eduardo Pazuello portou-se de uma forma que se seria de esperar de uma pessoa sem coragem, sem brio, sem coerência e sem amor à verdade.

Mandou o seu auxiliar Élcio Franco dar o dito pelo não dito do que afirmou ontem e você pode assistir abaixo.

Não há intenção de compra de vacinas chinesas”, diz a nota pusilânime do Ministério da Saúde, porque até as dando a entender que poderia comprar vacinas produzidas no Brasil.

Não se gasta nem dois minutos para ler, na documentação oficial para ver que ” Instituto Butantan vai receber da Sinovac, até o fim do ano, 60 milhões de doses para distribuição” e só mais tarde iniciará a produção local.

Portanto, se aprovadas, as vacinas para iniciar a imunização em janeiro, como disse o general, literalmente, serão (ou seriam) chinesas, apenas envasadas no Brasil.

E ele também afirmou expressamente que a carta que ele próprio assinou era “o compromisso de aquisição” das vacinas.

Pazuello segue a sua sina de portar-se como um capacho de seu chefe, não uma autoridade pública comprometida com a saúde e a vida dos brasileiros.

Como na brincadeira das crianças do meu tempo de guri, quem dobre o joelho não ser para ser soldado.

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