Pesquisa mede a força das alianças em São Paulo

Começa na segunda-feira a primeira pesquisa do ano sobre as eleições em São Paulo, conduzida pelo Ipespe para a XP Investimentos, com mil entrevistas telefônicas em todo o estado.

Desta vez, entre as várias medições propostas no questionário, com cenários diferentes (com ou sem Alckmin candidato, o mesmo para Fernando Haddad, Márcio França e Guilherme Boulos), há a pergunta decisiva, que é a “matadora” na definição de voto: “em quem o eleitor votaria com o leque de apoios apresentados: Fernando Haddad, com apoio de Lula e Geraldo Alckmin; Rodrigo Garcia, apoiado por João Doria ou Tarcísio de Freitas, apoiado por Jair Bolsonaro.

É o foco naquilo que se disse ontem aqui: no caso de São Paulo (e será assim em outros estados), é o “palanque” nacional que terá a maior influência sobre as escolhas locais.

A pesquisa quer medir ainda as intenções de voto presidencial, em primeiro e em segundo turno (neste caso Lula contra Bolsonaro, Moro ou Doria e um confronto de rejeitados, Bolsonaro x Doria).

A depender do resultado, cuja divulgação está prevista para a próxima sexta-feira – pode ser o princípio do fim do impasse paulista na operação para criar a federação PT-PSB-PCdoB-PV.

 

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