Torquato põe Segóvia no colo de Michel Temer. Sai ou será “saído”?

meinclua

O Ministro da Justiça, Torquato Jardim, não faz lembrar o filme “Tropa de Elite” só nas denúncias de corrupção ma polícia e suas ligações com a política.

Ele recorda também a famosa frase de Wagner Moura, como “Capitão Nascimento”:

-Pede pra sair, pede pra sair!

Agora, soltou uma nota se eximindo de qualquer responsabilidade pela indicação de quem é, afinal, seu subordinado: Fernando Segóvia, que vai ocupar o cargo de Leandro Daiello à frente da Polícia Federal.

“O Ministério da Justiça e Segurança Pública comunica que o senhor presidente da República escolheu nomear o delegado Fernando Segóvia como novo diretor-geral do Departamento de Polícia Federal”

É o famoso “me inclua fora desta” que, aliás, é direito do Ministro fazer, desde que se demitindo do ministério, o que é aquilo que pessoas de caráter fazem quando se vêem desautorizadas no posto de comando que, por definição do cargo, devem ocupar.

Mas Torquato Jardim é vaidoso, inapelavelmente vaidoso e quer ser demitido pelo vilão presidencial, não se demitir.

Talvez não consiga, porque é difícil competir com animais de sangue frio, como Michel Temer. A víbora espera o momento certo de picar.

contrib1

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6 respostas

  1. Enterrem o Brasil!
    E joguem as cinzas no Céu!
    Sim, no Céu, porque o Inferno é aqui!

    $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$

    PADILHA PRESSIONOU POR SEGÓVIA APÓS DESCOBERTA DO BUNKER DE GEDDEL

    Poucas horas depois que a Polícia Federal anunciou a descoberta de R$ 51 milhões em dinheiro em um apartamento alugado por Geddel Vieira Lima, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, pressionou Michel Temer para trocar o comando da PF, então chefiada por Leandro Daiello; na cúpula da PF, as articulações de Padilha foram compreendidas como se ele estivesse com receio de onde as investigações poderiam chegar; pressão do ministro da Casa Civil em prol do delegado Fernando Segóvia, ligado a José Sarney, irritou o ministro da Justiça, Torquato Jardim, que inicialmente defendia o nome de Rogério Galloro; será o ato final do roteiro descrito por Romero Jucá de “estancar a sangria”?

    08/11/2017

    (…)

    FONTE [LÍMPIDA!]: https://www.brasil247.com/pt/247/poder/326442/Padilha-pressionou-por-Seg%C3%B3via-ap%C3%B3s-descoberta-do-bunker-de-Geddel.htm

  2. Não acho que é isso, não.
    Se não me falha a memória, a Dilma tinha assinado decreto trazendo a nomeação do chefe da PF pro gabinete presidencial.

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