A Covid e a epidemia de mentiras

Os fatos vão evidenciando o que há tempos aqui: os números oficiais dos casos de Covid 19 em todo o país são, numa palavra definidora, falsos.

Escandalosamente falsos.

Este blog, por experiência própria. já havia apontado provas disso no Rio de Janeiro.

Hoje, o G1 mostra o mesmo em São Paulo, onde o número oficial de casos (10.163) na capital é maior que os registrados para o estado inteiro (8.374), com 4 vezes mais habitante, considerado o mesmo período de 1 a 6 de janeiro.

Ambos são irreais, como qualquer pessoa que acompanhe a pandemia sabe e está provado por um crescimento de perto de 50% na ocupação de leitos hospitalares.

É óbvio que o Brasil não tem 70 mil casos novos por dia. A imprensa, porém, finge que acredita e não vai atrás da contabilidade. No máximo recolhe os dados das secretarias estaduais, que não é primário, porque são obtidos da extração de dados injetados diretamente na plataforma do Ministério da Saúde.

Outra mentira, nascida lá nos Estados Unidos e rapidamente copiada aqui é a redução do isolamento das pessoas contagiadas para cinco dias.

Não há nenhum estudo serio a validar esta conclusão e há muito a contestá-la.

É mais que evidente é que é “epidemiologia econômica”, destinada a reintegrar à economia produtiva os milhões de infectados pelo coronavírus.

Nem uma mentira ou outra mentira funcionarão, porque são apenas tentativas de maquiar a realidade e a realidade tem consigo a força da verdade.

O negacionismo oficial não vai conseguir evitar a percepção da realidade, ainda que isso esteja servindo para empurrar pessoas para o brete da doença e, pior, para o matadouro, se já não de milhares por dia, para o das centenas diárias.

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