A ‘dura’ Dodge alivia Temer mas PGR, agora, pode investigar presidentes

A Doutora Raquel Dodge, a dos encontros fora de hora no Jaburu,  praticou um ato de caridade com Michel Temer e um ato de crueldade para com o Brasil.

Ao pedir a suspensão dos inquéritos contra o ocupante do Planalto, a rigor, a Procuradora Geral da República dá a ele a condição de respirar por aparelhos de poder pelos próximos três meses, até que se encerre o período que usurpou como Chefe do Governo.

Mas, ao mesmo tempo, dá-lhe também mais condições políticas de fazer mal à Nação neste trimestre de  insepulto.

Mas Dodge fez pior.

Criou o inquérito “Belo Antonio”, no qual o presidente da República pode ser investigado, ainda que constitucionalmente não possa ser responsabilizado por atos anteriores ao exercício de seu mandato.

A partir de agora, a PGR pode investigar todo e qualquer presidente por atos praticados a qualquer tempo.

E, claro, abalar com isso sua autoridade.

De modo que os procuradores e o STF podem usar qualquer acontecimento pregresso para criar uma crise política.

Com aquele que venha a ser o escolhido da população.

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