A verdade não cabe na farsa

O recorde de mortes – 615! – e o de novos casos de contágio – mais de 10 mil! – nas últimas 24 horas , é a maior prova de que o ‘estamos performando bem’ do suposto ministro da Saúde é uma gigantesca farsa.

O Brasil está fadado a tornar-se o novo epicentro da crise, agora o terceiro – e por muito pouco – colocado no mundo em matéria de novos contágios e de mortes diárias.

Estamos em colapso e não há uma consciência disso, ao menos não no mundo oficial, mídia inclusive.

Não é possível, portanto, que a população possa, se o governo não a defende, defender-se a si mesma.

Não era adivinhação, mas simples bom-senso, de que entraríamos numa situação caótica.

E nem temos uma política de Estado para enfrentá-la porque não a tivemos para enfrentar na época em que tivemos chances de nos prepararmos para isso.

Os loucos genocidas que nos governam não retrocederão.

Que morram 10 mil, como agora, ou cem mil, como amanhã.

Não há mais pico previsível, nem um teto para esta desgraça.

Não há curva, há a trajetória de de um foguete, à medida em que os casos não detectados vão, em alguma proporção, passando às estatísticas.

Isso nos obrigará ao que o negacionismo da epidemia tenta evitar.

O zumbi que ocupa o ministério da Saúde e o louco que ocupa a presidência não são capazes de soar o alerta necessário.

Nossos mortos, logo, serão milhares por dia.

Genocídio não será mais uma força de expressão.

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