Armamento: mais de ‘1 milhão de amigos’ de Bolsonaro

O número publicado hoje por O Globo não deixa dúvidas de que Jair Bolsonaro tem, hoje, um verdadeiro exército paralelo, muito bem armado e capaz de produzir confrontos sangrentos neste país:

Dois anos depois da primeira investida presidencial, o país tem 1,151 milhão de armas legais nas mãos de cidadãos — 65% mais do que o acervo ativo de dezembro de 2018, que era de 697 mil.

O número não inclui armamento comprado para polícias civil, militar e federal, nem o de empresas privadas de vigilância e segurança. São perto de 250 mil novos registros para pessoas físicas e 200 mil para “caçadores, atiradores e colecionadores”, estes capazes de armar um batalhão, pois da um tem direito a comprar até 60 armas, metade delas de uso restrito a forças militares e nada menos que 180 mil munições por ano, o que representa -pasme! – dar 500 tiros por dia ou mais de 20 tiros a cada uma das 24 horas de um dia.

Nas barbas – ou melhor, com o beneplácito – do Exército Brasileiro está se formando uma supermilícia, capaz de com os militares e até contra eles, colocar a população civil de joelhos e com as mãos na cabeça, rendia a fuzis e pistolas de grosso calibre, agora disponíveis para estes sujeitos.

 

 

 

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