Bolsonaro chama a Cultura para a briga ao colocá-la no “laranjal evangélico”

Se Jair Bolsonaro tivesse uma reunião de estratégia sobre como provocar agitação e manifestações estridentes contra seu governo, não poderia ter escolhido melhor.

A transferência da Secretaria de Cultura para o laranjal ministerial do Turismo e a nomeação do sobrinho de Edir Macedo – filho de RR Soares, autointitulado “Missionário”, seu cunhado – para chefiá-la é gasolina sobre a já ardente fogueira do fundamentalismo nas artes.

(Exceto, claro, as surubas no “A Fazenda”, irreality show da Record que segue os passos do “BBB”)

Recomenda-se cuidado: tudo o que ele quer é transformar isso em uma discussão sobre sexo e o que acha serem aberrações e não sobre pluralidade e respeito a todos.

O combate ao atraso não é “setorial”: precisa ser popular e de massa.

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10 respostas

  1. Mais uma vez eu defendo minha teoria da conspiração: Bolsonaro é um agente comunista infiltrado com o objetivo de arruinar a direita. Esse cara está causando mias estrago do que todos os piores governantes da esquerda juntos…

  2. Mais uma vez eu defendo minha teoria da conspiração: Bolsonaro é um agente comunista infiltrado com o objetivo de arruinar a direita. Esse cara está causando mias estrago do que todos os piores governantes da esquerda juntos…

  3. O auto-intitulado “Messias” não anuncia o fim. Ele faz o fim do país e, se deixarem, do planeta.

  4. Mais uma vez eu defendo minha teoria da conspiração: Bolsonaro é um agente comunista infiltrado com o objetivo de arruinar a direita. Esse cara está causando mias estrago do que todos os piores governantes da esquerda juntos…

  5. O auto-intitulado “Messias” não anuncia o fim. Ele faz o fim do país e, se deixarem, do planeta.

  6. Depois da ditadura da música sertaneja de Collor, vamos assistir à ditadura da música gospel do Bolso. Aguenta, Brasil…

  7. Depois da ditadura da música sertaneja de Collor, vamos assistir à ditadura da música gospel do Bolso. Aguenta, Brasil…

  8. Regina Duarte está com Bolsonaro em todos os sentidos. Se o Bolsonaro extinguir tudo que se refere a cultura, a Regina saíra em defesa da extinção!

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