Chocolate com laranja

O El País explica a razão da “batida” do Ministério Público na franquia da loja de chocolates Kopenhagen num shopping da Barra da Tijuca.

É que, com a quebra do sigilo bancário verificou-se que o faturamento da loja seria desproporcionalmente alto e fora das épocas em que são maiores as vendas de chocolate, como na Páscoa.

Na Veja, diz-se que foi com os lucros da loja que Flávio justificava o volume de recursos usado em suas transações com imóveis.

O chocolate com laranja da Kopenhagen pode ser amargo, mas certamente será menos que as festas de Natal da família Bolsonaro, porque o episódio de hoje vai embalar, como música, novos desvendares dos subterrâneos do clã.

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12 respostas

  1. A lerdeza dessa investigação, que começa 14 meses após as primeiras denúncias, contrasta com a rapidez da república de Curitiba e do “excepcional” TRF4 em aplicar o direito penal do inimigo.
    Quem se anima a esperar algum resultado desse teatrinho deve estar sob a influência do espírito natalino e do Bom Velhinho.

  2. O capitão tapado, na verdade, queria expandir sua franquia parlamentar cobrando taxa dos eleitos no seu rastro (dinheiro também foi o motivo da briga com o PSL).
    Além votos também receberiam da franquia instruções de como usar a verba parlamentar de mais de R$ 100 mil mês (incluindo a rachadinha).
    Facada vai, facada vem e o inominável aconteceu.
    Agora tem que cumprir expediente.

  3. O filho só copiou o pai. E as rachadinhas do deputado bolsonaro, quando virão a público?
    O seu patrimônio revela tudo.
    E o moro…?

  4. Voce votou para acabar com a corrupção? Kkkkkkkkkk na próxima, por favor, ou se informa direito ou vote nulo.

  5. Os seguidores do presidente miliciano vão dizer a família esta sendo perseguida por COMUNISTAS!!!!!

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