Com o “liberou geral”, país tem 2° dia mais mortal da Covid-19

O Ministério da Saúde publicou o total de mortes registradas na últimas 24 horas: 1.367 óbitos, a segunda maior marca na contagem de óbitos desde o início da pandemia do novo coronavírus, abaixo apenas das 1.473 anotadas em 4 de junho.

Chegamos a cerca de 81,5 mil mortos e, pior, estamos cumprindo sistematicamente nos registros reais a projeção matemática da Universidade de Washington, que estima mortes na casa de 200 mil até o final de outubro em nosso país.

Claro que todos ficamos otimistas e animados com as notícias positiva sobre o desenvolvimento de vacinas, mas não existe nem a certeza de que estas irão funcionar efetivamente e, ainda que se confirmem estas hipóteses tão ansiadas, aprová-las, fabricá-las e ministrá-las em quantidades gigantescas é algo que não está no horizonte próximo.

É dever dos governos fazer a única coisa que está, hoje, ao seu alcance: promover as medidas preventivas que reduzam ao mínimo a possibilidade de contágio, em lugar de agitar as pessoas com uma promessa irreal de cura que as leve a descuidarem-se.

E é isso o que faz, despudoradamente, o nosso infectante-mor, instalado no Planalto.

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