Como nos salvamos do “comunismo”

O Brasil, como se sabe, caminhava para o comunismo.

Tanto é assim que os bancos, expressão maior do capitalismo, faliam com seus lucros recordes ano após ano.

Os latinfundiários, expropriados de suas terras, expandiam as lavouras, os ganhos e a as safras, de 100 para 200 milhões de toneladas por ano.

O monopólio da mídia pró-governo era exercido pela Globo e pelos “blogues sujos”, generosamente sustentados pelas contribuições de R$ 10, 20 ou 50 reais de seus leitores.

As igrejas evangélicas eram perseguidas e só por isso os pentecostais e neopentecostais se tornaram as confissões religiosas que mais cresceram.

Os impostos sobre os ricos se tornaram escorchantes e, por isso, os ganhos com lucros e dividendos ficaram isentos de tributação.

A população foi lançada na ignorância e, para isso, abriram-se universidades públicas como nunca.

O país foi entregue para os neocomunistas internacionais e você está vendo como temos aqui multinacionais chinesas e russas e não mais as norte-americanas e europeias.

Mas, disse o nosso presidente, a vontade de Deus salvou o Brasil, tornando-o presidente da república.

Agora podemos ceder bases militares aos Estados Unidos, fazer guerra com a “nossa” Venezuela, entregar nosso petróleo, desmontar o que resta de nossa indústria , acabar com os direitos sociais, tirar as crianças da escola para educar em casa, liberar o genocídio e todas estas coisas próprias da liberdade.

Graças a Deus, a Nação está salva.

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