Crise não para nem no final de semana: Bitcoin afunda mais

Manchete no Financial Times e no Wall Street Journal, a nova despencada das criptomoedas é mau sinal para a semana que terá a adoção de novos aumentos de taxas de juros no mundo desenvolvido, sinalizando que a recessão vai embicando a economia global para as profundezas.

Bitcoin e Ethereum, as duas maiores criptos, que seguem negociadas no final de semana, ao contrário de outros mercados, vão chegando perto de 9% de queda só hoje. E mais de 30% em uma semana.

Quantidades imensas de dinheiro estão neste mercado, provavelmente algo em torno de 2 trilhões de dólares.

E maioria não é de poupadores que acharam que podiam fazer fortuna rápido com isso, mas de empresas que investiram pesadamente seus ativos em criptomoedas.

Muitas corretoras estão limitando os saques, numa espécia de Cybercrash, um 1929 com um século de diferença.

Mas, por incrível que pareça, ainda há os que afetam confiança no ativo, alegando que já passaram por outras crises. Verdade, mas não tão fortes e quando as criptomoedas eram apenas um derivativo para – que ironia! – protegerem-se valores dos perigos das moedas nacionais, lastreadas por seus Tesouros endividados.

E, ainda, como disse outro dia Bill Gates, à procura de um “em serviços cujo “anonimato [que] é usado para evasão fiscal”.

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