Defender a Constituição é defender o direito à vida

Poucas horas antes do massacre destes jovens aí da imagem acima, em Paraisópolis, participei de um debate numa praça, promovido pelo movimento Copacabana por Direitos e por Diretas com o ex-prefeito e ex-senador Roberto Saturnino Braga. Nele, a propósito da pergunta de uma pessoa da plateia, que indagava sobre a necessidade de, desde a escola, dar-se conhecimento do que prevê a Constituição Brasileira.

Infelizmente, os acontecimentos daquela madrugada de sábado para domingo deram uma crua e horrenda veracidade do que disse ali: Constituição, para os pobres brasileiros, tornou-se o direito de não ser espancado, agredido, assassinado.

Separei um pequeno trecho do que disse e compartilho com os leitores.

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5 respostas

  1. Caro Fernando Brito, tenho um imenso orgulho de ser seu leitor assíduo.
    Você é FODA mesmo.
    Parabéns !

  2. A polícia de SP em menos de 7 hs concluiu que os PMs não eram culpados. No inquérito só consta a versão dos PMs.
    No Brasil, desde a época em que polícia do servia para caçar escravos que se montam processos de acordo com a conveniência do responsável.
    Se condena ou se absolve no Brasil de acordo com o que for montado no inquérito.
    O nome já diz: inquérito. Só inquirição, perguntas. Se não tiver testemunhas ou um pau de Arara não tem culpado. Não se investiga nada. Quando quer absolver faz por onde. Quando se quer condenar, também.

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