Disney está saindo caro para o BC

“Está um pouquinho caro”, disse Jair Bolsonaro, ao comentar – e só nisso, esquecendo das empregadas domésticas na Disney – a desastrosa fala de ontem de Paulo Guedes.

Só Deus sabe o quanto terá custado ao “mito” se conter diante da estupidez de seu ministro, até porque seu cérebro limitado acha que prosperidade econômica é dólar barato-gasolina barata- inflação baixa, sem compreender que estes não são valores absolutos, mas ferramentas de política econômica.

Mas dá para ter noção do que custou ao país: o BC teve de reaparecer no mercado de câmbio, com US$ 1 bilhão de contratos de swap, que consiste vender dólares com garantias da cotação atual mais algum juro.

A queda de 0,4% no volume de serviços, em dezembro, registrada hoje pelo IBGE veio mais forte que a esperada, completando o trio de quedas – indústria, comércio e serviços – que esfriou a festa do “agora a coisa vai” do final do ano. Não se espera melhor sorte para janeiro.

Depois de cinco anos de retração ou estagnação, é muito difícil fazer com que o Brasil não cresça.

Mas este governo está conseguindo.

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8 respostas

  1. Depois de cinco anos de retração ou estagnação, é muito difícil fazer com que o Brasil não cresça.

    Mas este governo está conseguindo.
    Que governo?

    1. Acho que o correto é “é muito difícil fazer com que o Brasil cresça”. Para este desgoverno é o que vai acontecer.

  2. Fora desta pauta, mas a mais importante do momento:

    CADÊ O CORPO?
    CADÊ O MORTO?

    “Adriano Nóbrega não morreu.
    Fizeram uma encenação, para ele fugir. Os milicianos se protegem.

    Eduardo Bolsonaro foi pra Bahia fazer cortina de fumaça.
    Sabia que iam querer associá-lo a uma queima de arquivo, uma vez que, né, irmão e pai enolvidos. Pimba. Olharam pra ele e, pela porta dos fundos, Adriano vai embora, levando consigo as respostas sobre a morte de Marielle.

    Não tem corpo de Adriano no IML. Não tem foto do corpo. Tem registro do IML.

    Mas registro de instituição policial vale o quê?
    Pegaram um indigente que a PM da Bahia matou no café da manhã.

    A PM tá fechada com Bolsonaro, Adriano e as milícias.
    O IML da Bahia, idem.
    Por que Moro, que manda na PF e na porra toda, LIBEROU O CARA da lista?

    Fizeram a encenação, pegaram um indigente, botaram num saco, vai direto pra uma cova, todo mundo chora, participa do teatro.

    Adriano já tá fora do país, provavelmente saído pelo aeroporto de Salvador, com a ajuda de algum policial federal ou deputado, filho de presidente, amigo de Ministro da Justiça, que vai ser seu primeiro entrevistado numa série.
    Ou tudo junto.
    Pense comigo:
    Por que matar, se eles podem, até, fazer um novo documento OFICIAL para o cara e autorizar que ele saia do país num avião, INCLUSIVE, da FAB?
    A gente vê filme de máfia e não aprende.
    Flávio Bolsonaro está livre.
    Adriano vai viver de rendas em algum Caribe.
    Toca a ficha.”
    (Anderson França)

    1. Por que e para que complicar as coisas?
      Matar é muito mais barato, mais facil, mais seguro, definitivo.
      Mais inteligente.
      Fantasmas não voltam pra te assombrar, mas um cara desses pode voltar.
      Armado.

      1. Matar é mais barato, principalmente, quando se tem a ajuda de um governador da oposição para dar um ar de fatalidade para a morte do miliciano. E a morte do Adriano dá um aviso as demais testemunhas.

  3. Para mim, a fala de Paulo Guedes tem outros objetivos além do ódio de classes: O Guedes fala uma besteira, o mercado reage alarmado, o BACEN entra no mercado de câmbio, vende dólares, swap cambial, etc… e as reservas cambiais vão sendo queimadas… Depois de algum tempo, quando as reservas cambiais se evaporarem, o governo vai ao FMI e pede empréstimo ponte, stand by, etc e tal, e tome mais austeridade!!! E a roda financeira continua girando, girando…

    1. Eu acho que tem um efeito mais imediato. Antes de falar as suas besteiras, ele fatalmente avisa ao mercado financeiro. Com isto, ganha muito dinheiro com reação do mercado. É o mesmo caso das aplicações na Bolsa dos donos da JBS, antes das delações.

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