Economia não para de mandar sinais negativos

Ontem, foi a queda nos níveis de utilização da capacidade instalada da indústria para abaixo de 75%. Hoje, é a queda das expectativas do consumidor, apontada pela Fundação Getúlio Vargas:

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas recuou 2,9 pontos em maio para 86,6 pontos. Após a quarta queda consecutiva, o índice acumula perda de 10 pontos e chega ao menor nível desde outubro de 2018 (85,4 pontos).
“Entre fevereiro e abril, a queda da confiança havia sido mais associada à frustação de expectativas com o ritmo de recuperação econômica e seus reflexos na evolução do emprego e da situação financeira familiar. O resultado de maio mostra um aumento expressivo da insatisfação dos consumidores com a situação atual, principalmente entre famílias de menor poder aquisitivo.

Como a aplitude do ídice é 200, números abaixo de 100 traduzem pessimismo. Que era em relação ao futuro e vai se tornando insatisfação com o presente.

Segundo a FGV, a perda de confiança se dá em todas as classes de renda, mas é maior nas famílias com renda até R$ 2,1 mil mensais:  caiu 6,2 pontos no mês e 19,7 pontos nos últimos quatro meses.

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8 respostas

  1. Algumas empresas entraram na onda da “melhora da economía” que viría da mão do miliciasno e adquiriram bens de capital .Estes pedidos ainda mantêm algumas empresas com produção quase normal.Porém a paralisía que está tomando conta na ponta do consumo .está acentuando-se cada vez mais.
    A queda na previsão do PIB é um claro indicativo que estamos a caminho do buraco.
    Segundo dizem alguns economistas ,nestas ocasiões o investimento público na economía serve como disparador da retomada,mas,ao parecer não é algo que o tecago boy guedes está disposto a realizar.
    Oremos.

    1. Se a tal “economia de R$ 1 trilhão” sair, o que fará o Guedes?

      Vai contingenciar tudo, alegando que o governo ainda tem déficit.

      Política pró-cíclica para o fundo do poço.

    2. Se a tal “economia de R$ 1 trilhão” sair, o que fará o Guedes?

      Vai contingenciar tudo, alegando que o governo ainda tem déficit.

      Política pró-cíclica para o fundo do poço.

      1. Seria “economia” de 1 trilhão de reais em 10 anos. Ou seja, 100 bilhões por ano, o que não representa quase nada em relação ao PIB de 2,2 trilhões de dólares, e tudo isso descontado dos aposentados!

        1. Em três ou quatro anos, o governo terá que usar muito dinheiro para pagar as aposentadorias dos que já estão aposentados pois o sistema de capitalização integral transformará em pó as contribuições que hoje sustentam os pagamentos de benefícios. Mesmo com déficit, o atual sistema de repartição ainda funciona. E só tem déficit porque o esfriamento da economia reduz a capacidade de contribuição de trabalhadores e empresas. Vamos trocar um sistema de proteção previdenciária que funciona, e só precisa de alguns ajustes à nova realidade demográfica, por outro que COMPROVADAMENTE NÃO FUNCIONA. Só porque Guedes tem nostalgia do modelo adotado no Chile por seu ídolo, o genocida do Pinochet, e que já faliu.

  2. Embora off-topic, observo que o fato de muitas entidades estarem pulando fora das manifestações do dia 26, é que pretende-se enviar dois recados:

    1) O primeiro, mais óbvio, é que isso seria “inadequado”;

    2) O segundo (escondido), é que caso o comparecimento de pessoas seja pequeno, pode-se desculpar que isso deveu-se ao não apoio destas entidades.

  3. E ainda prometem tirar 1,2 trilhões das mãos dos aposentados que não mandam dinheiro para os paraísos fiscais. dinheiro de aposentado é para comprar comida, remédio, roupas, … que vai gerar emprego e lucro pra quem produz, … É obvio que se a reforma da previdência passar a desgraça vai aumentar. Como diria meu saudoso pai “é melhor amarrar o dedo antes de cortar”. Por quê não vamos p’rá rua? É a única forma de impedir a reforma.

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