“Escola com nazismo”, a receita do ministro da Educação

Não tem jeito. O fascismo desta gente da “ala dos filhos” do governo Bolsonaro é incontrolável, transborda em suas existências medíocres.

O ministro da Educação não se satisfez em mandar às escolas um ordem para que  que se cantasse o hino nacional brasileiro.

Todos nós o cantamos, sem problemas, em datas cívicas e solenidades.

Mas ele se passou.

Renata Mariz, em O Globo, dá a notícia e reproduz os documentos, disparados pela Secretaria de Cominicação da Presidência da a notícia do que Ricardo Vélez fez, e assinado.

Mandou que as crianças se perfilassem para ouvir uma mensagem saudando “o Brasil dos novos tempos” que se encerrava com o slogan manjado de Jair Bolsonaro: ” Brasil acima de tudo. Deus acima de todos!”.

E isso não é tudo. Pediu que tudo fosse gravado em vídeo e mandado, junto com a identificação da escola, para um e-mail do MEC, certamente para fazer o “recenseamento ideológico” das unidades escolares do país.

Escola com partido na veia.

Este lunático fundamentalista, que já nos chamou de canibais,  não pode ser ministro da Educação do Brasil.

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21 respostas

    1. Parei Admirável Mundo Novo algumas vezes, pq achava “forçadissimo”… Não entendia o que tanto viam de brilhante nele…
      Surreal estar vivendo esses dias

  1. Velez não pode ser ministro da Educação do Brasil, Damares dos Direitos Humanos, Araújo das Relações Exteriores, Moro da Justiça, Ricardo Salles do Meio Ambiente, Tereza Cristina da Agricultura, Marcelo Álvaro Antonio do Turismo, Guedes da Economia, Bob Fields Grandson no BC …..Mas, para nossa desgraça, são! E — insisto sempre — nós não fomos capazes de evitar essa tragédia. Não faltaram Ciristas, locosféricos esquizofrênicos, isentões e udenistas de esquerda e todo tipo de ingênuo ou mal intencionado que, consciente ou inconscientemente, ajudaram a colocar água no moinho golpista.

    1. Ministério da Inquisição e Ministério das Aberrações Exteriores e Ministério dos Delírios Humanos são o suprassumo da nova era obscurantista.

  2. A passagem pelo inferno que o Brasil está fazendo, é para quem tem força interior, caso não seja um alienado. Mas vai durar pouco, isto está ficando cada vez mais claro. Talvez tenhamos de suportar os milicos por alguns anos, mas também não se sustentarão. A democracia plena vai voltar.

  3. E a Monica de Bolle ainda teve o mau-caratismo de dizer que anularia o voto porque Haddad era igual a Bolsonazi.

    1. Mas essa mulher é uma besta ,arrogante como toda classe média alta acha que só o fato de ser rico dá a eles cultura.,

  4. O governo Bolsonaro é formado de aposentados militares e de neófitos na administração pública. O que o ministro fez de colocar o jargão da campanha num cartão institucional é um ato flagrantemente ilegal. E tal situação depõe contra toda assessoria do ministro que deixou ele cometer esse erro primário no exercício da função pública.

  5. Cantar o Hino Nacional e hastear a bandeira antes do início das aulas no ensino fundamental é mais do que louvável, é necessário. Mas depois de cantar o hino gritar o slogan do Bolsonaro é pura sacanagem.

  6. Nesta terra de lunáticos o que mais se tem fascista descontrolado. Mas tudo isso graça a mídia podre e o judiciário lavajatense que os criou.

  7. A melhor explicação de tudo isso veio de um artigo da The Guardian por um economista de renome: Os bilionários sentem que se a democracia existir eles vão acabar pagando imposto, então é preciso a destruição de democracia no mundo. É preciso destruir a política, destruir LULAs.
    Aí trump e bolsonaros se explicam. E o papel dos jornalistas da globo obedecendo o chefe bilionário.

  8. O ministro é aquele tipo de soldado que o Napoleão prefere fuzilar do que ter nas suas fileiras. O burro com iniciativa.

  9. Hino, uma sugestão

    Ouviram do Planalto

    um zurro retumbante

    e o sol da liberdade

    em raios se partiu.

    Não brilhou o céu

    da Pátria nesse instante.

    Se o penhor

    dessa iniquidade

    conseguiram conquistar

    com braço forte,

    em teu seio, ó crueldade,

    desafia o nosso peito

    à própria morte!

    Ó Pátria amada,

    vilipendiada,

    salve! salve!

    Brasil, um pesadelo intenso,

    um raio lívido de ódio

    e desesperança

    à terra desce

    se em teu desgraçado céu,

    sisudo e infame,

    a imagem

    do calvário resplandece.

    Gigante apequenado

    pela própria natureza

    de quem nos governa,

    és feio, fraco,

    pálido, insosso,

    que o teu futuro

    não espelhe

    essa pequeneza.

    Terra maltratada,

    entre outras mil,

    és tu, Brasil

    Ó Pátria cansada!

    Dos filhos deste vil

    não és mãe,

    Pátria amada,

    Brasil!

    Deitado eternamente

    no berço de uma estultice

    esplêndida,

    ao som de tiros

    e à luz do céu moribundo,

    fulguras, ó governante,

    poltrão da América,

    iluminado pelas trevas

    de um velho mundo!

    Do que a terra,

    mais garrida,

    teus risonhos lindos

    campos têm mais flores,

    Brasil, caminhando

    e cantando,

    e seguindo a canção,

    nossos bosques

    têm mais vidas,

    nossa vida mais desafios.

    Ó Pátria amada,

    por nós cantada,

    salve! salve!

    Brasil, que o amor

    verdadeiro seja símbolo

    do lábaro que ostentas

    multifacetado,

    e diga o colorido

    dessa flâmula

    paz no futuro,

    vergonha no presente,

    e visão crítica do passado.

    Mas, se erguermos

    da justiça a clava forte,

    veremos que os filhos dele,

    governante inepto,

    fogem à luta.

    Temem quem adora

    a própria vida.

    Terra a ser cuidada,

    és tu, Brasil,

    dos filhos deste vil

    não és mãe

    e nem serás gentil.

    Levanta, Brasil!

    Robson Alves Soares

    Hino, uma sugestão

    Ouviram do Planalto

    um zurro retumbante

    e o sol da liberdade

    em raios se partiu.

    Não brilhou o céu

    da Pátria nesse instante.

    Se o penhor

    dessa iniquidade

    conseguiram conquistar

    com braço forte,

    em teu seio, ó crueldade,

    desafia o nosso peito

    à própria morte!

    Ó Pátria amada,

    vilipendiada,

    salve! salve!

    Brasil, um pesadelo intenso,

    um raio lívido de ódio

    e desesperança

    à terra desce

    se em teu desgraçado céu,

    sisudo e infame,

    a imagem

    do calvário resplandece.

    Gigante apequenado

    pela própria natureza

    de quem nos governa,

    és feio, fraco,

    pálido, insosso,

    que o teu futuro

    não espelhe

    essa pequeneza.

    Terra maltratada,

    entre outras mil,

    és tu, Brasil

    Ó Pátria cansada!

    Dos filhos deste vil

    não és mãe,

    Pátria amada,

    Brasil!

    Deitado eternamente

    no berço de uma estultice

    esplêndida,

    ao som de tiros

    e à luz do céu moribundo,

    fulguras, ó governante,

    poltrão da América,

    iluminado pelas trevas

    de um velho mundo!

    Do que a terra,

    mais garrida,

    teus risonhos lindos

    campos têm mais flores,

    Brasil, caminhando

    e cantando,

    e seguindo a canção,

    nossos bosques

    têm mais vidas,

    nossa vida mais desafios.

    Ó Pátria amada,

    por nós cantada,

    salve! salve!

    Brasil, que o amor

    verdadeiro seja símbolo

    do lábaro que ostentas

    multifacetado,

    e diga o colorido

    dessa flâmula

    paz no futuro,

    vergonha no presente,

    e visão crítica do passado.

    Mas, se erguermos

    da justiça a clava forte,

    veremos que os filhos dele,

    governante inepto,

    fogem à luta.

    Temem quem adora

    a própria vida.

    Terra a ser cuidada,

    és tu, Brasil,

    dos filhos deste vil

    não és mãe

    e nem serás gentil.

    Levanta, Brasil!

    Robson Alves Soares

    Hino, uma sugestão

    Ouviram do Planalto

    um zurro retumbante

    e o sol da liberdade

    em raios se partiu.

    Não brilhou o céu

    da Pátria nesse instante.

    Se o penhor

    dessa iniquidade

    conseguiram conquistar

    com braço forte,

    em teu seio, ó crueldade,

    desafia o nosso peito

    à própria morte!

    Ó Pátria amada,

    vilipendiada,

    salve! salve!

    Brasil, um pesadelo intenso,

    um raio lívido de ódio

    e desesperança

    à terra desce

    se em teu desgraçado céu,

    sisudo e infame,

    a imagem

    do calvário resplandece.

    Gigante apequenado

    pela própria natureza

    de quem nos governa,

    és feio, fraco,

    pálido, insosso,

    que o teu futuro

    não espelhe

    essa pequeneza.

    Terra maltratada,

    entre outras mil,

    és tu, Brasil

    Ó Pátria cansada!

    Dos filhos deste vil

    não és mãe,

    Pátria amada,

    Brasil!

    Deitado eternamente

    no berço de uma estultice

    esplêndida,

    ao som de tiros

    e à luz do céu moribundo,

    fulguras, ó governante,

    poltrão da América,

    iluminado pelas trevas

    de um velho mundo!

    Do que a terra,

    mais garrida,

    teus risonhos lindos

    campos têm mais flores,

    Brasil, caminhando

    e cantando,

    e seguindo a canção,

    nossos bosques

    têm mais vidas,

    nossa vida mais desafios.

    Ó Pátria amada,

    por nós cantada,

    salve! salve!

    Brasil, que o amor

    verdadeiro seja símbolo

    do lábaro que ostentas

    multifacetado,

    e diga o colorido

    dessa flâmula

    paz no futuro,

    vergonha no presente,

    e visão crítica do passado.

    Mas, se erguermos

    da justiça a clava forte,

    veremos que os filhos dele,

    governante inepto,

    fogem à luta.

    Temem quem adora

    a própria vida.

    Terra a ser cuidada,

    és tu, Brasil,

    dos filhos deste vil

    não és mãe

    e nem serás gentil.

    Levanta, Brasil!

    Robson Alves Soares

  10. HINO, UMA SUGESTÃO

    Ouviram do Planalto

    um zurro retumbante

    e o sol da liberdade

    em raios se partiu.

    Não brilhou o céu

    da Pátria nesse instante.

    Se o penhor

    dessa iniquidade

    conseguiram conquistar

    com braço forte,

    em teu seio, ó crueldade,

    desafia o nosso peito

    à própria morte!

    Ó Pátria amada,

    vilipendiada,

    salve! salve!

    Brasil, um pesadelo intenso,

    um raio lívido de ódio

    e desesperança

    à terra desce

    se em teu desgraçado céu,

    sisudo e infame,

    a imagem

    do calvário resplandece.

    Gigante apequenado

    pela própria natureza

    de quem nos governa,

    és feio, fraco,

    pálido, insosso,

    que o teu futuro

    não espelhe

    essa pequeneza.

    Terra maltratada,

    entre outras mil,

    és tu, Brasil

    Ó Pátria cansada!

    Dos filhos deste vil

    não és mãe,

    Pátria amada,

    Brasil!

    Deitado eternamente

    no berço de uma estultice

    esplêndida,

    ao som de tiros

    e à luz do céu moribundo,

    fulguras, ó governante,

    poltrão da América,

    iluminado pelas trevas

    de um velho mundo!

    Do que a terra,

    mais garrida,

    teus risonhos lindos

    campos têm mais flores,

    Brasil, caminhando

    e cantando,

    e seguindo a canção,

    nossos bosques

    têm mais vidas,

    nossa vida mais desafios.

    Ó Pátria amada,

    por nós cantada,

    salve! salve!

    Brasil, que o amor

    verdadeiro seja símbolo

    do lábaro que ostentas

    multifacetado,

    e diga o colorido

    dessa flâmula

    paz no futuro,

    vergonha no presente,

    e visão crítica do passado.

    Mas, se erguermos

    da justiça a clava forte,

    veremos que os filhos dele,

    governante inepto,

    fogem à luta.

    Temem quem adora

    a própria vida.

    Terra a ser cuidada,

    és tu, Brasil,

    dos filhos deste vil

    não és mãe

    e nem serás gentil.

    Levanta, Brasil!

    Robson Alves Soares

  11. Pior foi mandar gritar o slogan nazista da campanha. Aí já seria crime, se a constituição ainda valesse de alguma coisa

  12. sabemos como sãos essas relações com instâncias superiores no Brasil. Uma diretora de escola pública de algum grotão pode achar q não receberia a verba caso não obedecesse ao ministro. Uma escola privada q não esteja com a documentação em dia ou está em débito – afinal estamos em crise – tb ficaria com medo. E ainda teve aquele general q assumiu a secretaria de comunicação da presidência q disse q no futuro os jovens teriam outra noção sobre as FFAA, uma visão positiva, bem diferente daquela q seria ensinada hoje, negativa. Ou seja, pode ser só para enervar (o colombiano dava aulas para em escolas de milicos graduados, oficiais superiores) ou pode ser q venha coisa por aí. De qualquer modo querem nos deixar na expectativa e no suspense da próxima meleca que virá

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