Juízes entregaram o Brasil aos bárbaros e à polícia, o que dá no mesmo

meganha2

Quem são os protagonistas da vida política brasileira, hoje?

Um bando de fanáticos, liderados por um fascistóide, capazes – e ele ainda mais – de pregar o armamento geral da população, como se estivéssessemos num vilarejo do “Velho Oeste” e defender que cadeia e sangue são os remédios para o país.

E outro bando, de prepotentes, formado por policiais, promotores e juízes ameganhados, que exercitam seu poder de forma absolutista, uns e outros sabendo que alimentam-se mutuamente de poder, decidindo quem e em que momento vai ser lançado como carne aos cachorros pela mídia.

Que não faltam pecados a Michel Temer, a Paulo Maluf, a dúzias de outros, é sabido há muito tempo.

Nunca mereceram atenção de suas excelências e de suas meganhências.

O que ocorre hoje não é moralidade, nem mesmo acaso, sequer insenstez.

O pensamento fascista que passou se espalhar, como um bando de víboras, nas instituições repressivas está claramente voltado para uma perspectiva de poder.

Não é que não percebam que Jair Bolsonaro é uma ameaça autoritária para o Brasil.

Percebem-no e o desejam, senão com ele com uma versão mais “light”.

Há, claro, setores que não são assim, mas não se dispõem a assumir o enfrentamento: o medo da mídia e as amarras corporativas são tão fortes que os impedem.

Não conseguem enxergar que temos um único – e já improvável – caminho para barrar tal ameaça e, a seis meses das eleições, assistem mudos à crescente aceleração que “mela” qualquer outro resultado possível senão a ascensão de um monstrengo fascista: suprime-se Lula, dissolve-se o PMDB, os tucanos aniquilados já não são opção.

Dizem, orgulhosos, que agora sim, somos uma democracia.

Verdade que não há escolas para todos, hospitais para todos, trabalho e emprego para todos, progresso para todos. Mas, que maravilha, agora temos processos para todos, prisões para todos e, quem sabe, logo tenhamos balas de fuzil para todos.

 

 

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15 respostas

  1. Caro FB
    Ele não quer dar armas à população, mas apenas a alguns, e estes alguns, já contam com as armas do exército, das policias, etc etc etc
    O Febraban, FIESP, maçons etc já estão armados, mas querem mais.
    Também defendo armas, para todos, CUT, MST, MSTS entre muitos outros.
    Saudações

  2. Pois é, Fernando !
    O Brasil dá depressão.
    São poucos os que enxergam os fatos, e menos ainda os que lutam contra a barbárie.
    Ao fim e ao cabo, todos serão atingidos.
    Essa história a gente já conhece, porque repetida várias vezes nessa terra de golpistas e conspiradores.

  3. Pelo que vimos depreendendo das ações de Bolsonaro, ele nunca pôde ser considerado um homem qualificado para representar o povo do seu estado. Tão pouco terá condições de representar o povo brasileiro. Faltam-lhe todos os conhecimentos básicos, ou medianos, para que ele consiga expor suas ideias em palanques ou na imprensa. Embora com uma retaguarda muito expressiva, que ainda não sabemos, ao certo, que elementos são esses, além dos mais visíveis, em havendo disputa nos palanques e na grande imprensa, somente ele, como candidato, irá enfrentar os debates, e ser entrevistado. Então é aí que reside minha esperança dele ser derrotado nas urnas, pois vai mostrar apenas esse lado selvagem, criminoso; principalmente se repórteres e adversários usarem a dialética precisa para mexerem com seus brios(?).

  4. SE burros falassem, bastaria colocar um deles num debate com o bozonazi e ele seria desmoralizado pelo asinino, tamanha é a sua ignorância em todos os assuntos. Com certeza o debate terminaria em coices dados pelo jumento. Mas o burro, educado que é, não revidaria.

  5. AGORA É TARDE…
    NÃO EXISTE DEMOCRACIA SEM ELEIÇÕES…
    FORA DISSO, SÓ O CAOS…
    E JÁ ESTAMOS NELE!

  6. Como disse antes, logo logo os “nobres” magistrados, para terem menos trabalho, reivindicarão a “Prisão a partir da 1ª Instância…” kkkkkkkkkkkkk

  7. “Primeiro tiramos a Dilma, depois …”.
    Bom, depois, “vamos limpar o Brasil”.
    Limpeza com lado, limpeza enviesada, limpeza de demonização da política, sem a qual não há democracia, que leva ao caos.
    Agora os engomadinhos do MP, de certa banda do Judiciário, mal sabem o que fazer diante do fascismo fora do armário. Ou são eles os fascistas também???

  8. Está aí:

    “outro bando, de prepotentes, formado por policiais, promotores e
    juízes ameganhados, que exercitam seu poder de forma absolutista, uns e
    outros sabendo que alimentam-se mutuamente de poder, decidindo quem e em
    que momento vai ser lançado como carne aos cachorros pela mídia.

    Que não faltam pecados a Michel Temer, a Paulo Maluf, a dúzias de outros, é sabido há muito tempo.

    Nunca mereceram atenção de suas excelências e de suas meganhências.

    O que ocorre hoje não é moralidade, nem mesmo acaso, sequer insenstez.

    O pensamento fascista que passou se espalhar, como um bando de
    víboras, nas instituições repressivas está claramente voltado para uma
    perspectiva de poder.”

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