Meninos, eu (já) vi. Auler e a intervenção política no Rio, usando os militares

reprise

Marcelo Auler, agora cedo, publica um texto indispensável à análise da intervenção política, com o uso de militares e do pretexto da segurança, no Rio de Janeiro.  Vale a leitura em toda a sua extensão e, mesmo o reproduzindo, novamente recomendo, nestes tempos sobretudo, a visita constante ao blog do repórter.

O texto é longo, detalhado e reúne a memória de quem viveu fazendo jornalismo na década de 90, logo ali, mas invisível na memória de uma geração de profissionais que há mais de 20 anos, formou-se tomando como verdades o que a voz da mídia lhes incutiu. Por isso, privo-me dos mil comentários que desejo fazer sobre o post-desabafo de Auler, que segue abaixo:

Intervenção no Rio: péssima reprise!

Marcelo Auler, em seu blog

Foi em 1994, mas especificamente, no final do mês de novembro. O Rio experimentou, mais uma vez, a intervenção militar para combater a violência urbana, que de organizada nada tem. Já aconteceram em 1992, quando forças militares assumiram o comando a pretexto da Eco-92.

Repete-se agora o gesto de desespero. Mas, não por conta de alguma situação aflitiva na segurança em si. Nada aconteceu de diferente que justifique a explicação simplista de que ocorreu uma “metástase” como disse, na tarde desta sexta-feira (16/02), o presidente golpista, Michel Temer. A não ser que ele faça relação com o desfile da Paraíso do Tuiuti, no domingo de carnaval.

Na realidade, de crime organizado, no Rio, o tráfico não tem nada. Digo isso, desde quando era repórter de O Dia (1994/200), ou mesmo no meu tempo de Estadão (2006/2011), período em que escrevi, a pedido do amigo Pedro Paulo Negrini, o capítulo “Organizações Criminosas no Rio de Janeiro“, no livro Enjaulados (Editora Gryphus, 2008), em coautoria com Negrini e Renato Lombardi. Fossem organizados os traficantes que armados dominam os morros, não haveria força policial a contê-los.

Na verdade, crime organizado no Estado do Rio se conheceu um, muito bem articulado: a quadrilha do PMDB (ou, hoje, rebatizado de MDB) comandada por Jorge Picciani, Sérgio Cabral, Eduardo Cunha e tendo como apoiadores (colaboradores?) Moreira Franco e o próprio Temer. O prejuízo que eles causaram nos últimos anos foi bem maior do que o sacrifício que o tráfico impõe às famílias cariocas, em especial, e fluminenses, de um modo geral. Basta ver que por falta de apoio financeiro e investimentos sociais nas áreas que, antes dominada, tinham sido retomadas, o projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) ruiu. Evaporou-se.

Convocar as Forças Armadas para assumir a segurança do Rio não é a solução. Já se fez isso antes. Muitas vezes. Sem jamais se resolver o problema. Criaram-se outros. Elas ajudaram, sim, em projetos integrados. Quando da retomada de áreas antes dominadas, por exemplo. As mesmas áreas que os governos do partido de Temer não souberam manter. Por ganância.

Para o aumento da violência no Estado – como de resto no país – também contribuíram as medidas do próprio governo Temer. Na medida em que ele congelou investimentos sociais, provocou o aumento da massa de desempregados e impôs uma mudança da legislação trabalhista que tem tornado mais precários os empregos.

Entregar ao Exército (ou Forças Armadas) a segurança de uma cidade, como já ocorreu, não é solução e gera temores. Mais ainda todo um Estado. Já nem se tratada de superstição, suspeita ou pré-conceito. Mas puro conhecimento.

Os exemplos, se saíram da memória das pessoas, podem ser vistos nos arquivos dos jornais. Os mesmos que, muito provavelmente, neste sábado podem estar estampando loas à decisão,. Fingem não ver que não passa de uma jogada para tentar desviar o foco negativo de um governo impopular. Por este ângulo – desvio do foco – entende-se o efeito Tuiuti.

Graças à onda de demissões de bons profissionais, trocados por novatos com salários menores e menos experiência, a chamada grande mídia hoje não tem memória. Poucos relembrarão os momentos dolorosos que a população carente carioca passou quando do uso de militares para tentar garantir a ordem enfrentando quadrilhas armadas. Com armas que, como todos sabem, muitas vezes obtiveram com a ajuda de policiais corruptos e políticos da mesma índole. Mas são quadrilhas que jamais se organizaram. Tanto que lutam entre si.

Um exemplo de recorrerem – por questões políticas, até – às Forças Armadas ocorreu em novembro de 1994. Naquele mês, Marcello Alencar – que no ano anterior rompeu com Leonel Brizola e filiou-se ao PSDB – elegeu-se governador. Eleito, mas não empossado, quis tripudiar o governo pedetista e pressionou o presidente Itamar Franco. Este acabou por impor ao Rio, governado por Nilo Batista, do PDT, as tropas federais para “garantir a ordem pública”.

Tal como repete agora Temer, em uma jogada que tanto pode ser em busca de melhor popularidade como para esconder a falta de apoio para a tão prometida reforma da previdência. Promessa que jamais será cumprida com o decreto assinado na sexta-feira.

Pode não ter sido a “intervenção”, como a decretada por Temer, mas no fundo aquela e várias outras experiências no decorrer deste 24 anos foi como se fossem. Na realidade, as Forças Armadas assumiram o controle da segurança. Em 1994, criou-se uma situação que Arnaldo César já narrou aqui em Temerosa trapalhada. Vale, porém, relembrar alguns episódios.

O que Temer não mencionou na sua fala à nação e que sempre foi cobrado da União, é que o seu governo cortou verbas da Polícia Federal e das Forças Armadas que deveriam se encarregar, por exemplo, da vigilância nas fronteiras. Por lá é que entram drogas e armas.

Na época de Itamar, ele entregou ao general de Brigada Roberto Jugurtha Câmara Senna – até por recusa de generais mais antigos na patente – a chamada “coordenação da operação conjunta de combate ao crime no Rio”. A Folha de São Paulo, então, noticiou: “A Folha apurou que os generais mais antigos do Exército não queriam ser indicados para a coordenação do órgão criado ontem pelo presidente Itamar. O posto é visto como “um abacaxi“” – General fez segurança da Eco 92 (Edição de 2/11/1994).

No dia 23 daquele mesmo mês, uma quarta-feira, ao cercarem o morro da Mangueira, no bairro de Benfica, Zona Norte do Rio, os homens do Exército chegaram a revistar crianças e até mamadeiras de bebês, como alardeou, protestando, no dia seguinte, o insuspeito O Globo.

Na sexta-feira, 25, sob o comando direto do general Câmara Senna, e sob aplausos da grande mídia, dois mil soldados ocuparam os morros do Borel e da Casa Branca, que são contíguos, na Tijuca, Zona Norte do Rio. À noite, quem entrasse não saía mais. Ou seja, suspenderam o direito de ir e vir.

Na edição de sábado (26/11), O Globo, que em editorial da primeira página cumprimentava a Operação “pela prova de flexibilidade mostrada pelos militares em face da necessidade de correções de rumos“, referindo-se à suspensão das revistas em crianças, comemorava a ocupação dos dois morros na véspera, quando os militares derrubaram “o cruzeiro erguido pelo Comando Vermelho“.

Já na segunda-feira, ao informar a saída dos militares do morro no domingo, no mesmo jornal surgiram as primeiras denúncias de torturas. Partiram, principalmente, de duas freiras, missionárias do Sagrado Coração de Jesus – Maria do Rosário Porto e Tereza de Jesus Cavalheiro.

Foi nessa mesma segunda-feira, 28 de novembro, que pelo jornal O Dia, subimos o Borel e caminhamos pelo alto do morro, descendo pela Chácara do Céu, já no bairro do Andaraí.

O que reportamos no jornal de terça-feira (cuja edição não conseguimos localizar nos arquivos de O Dia) foram diversos casos de espancamentos e torturas cometidos, inclusive, na sacristia da pequena igreja São Sebastião, no alto do morro. Ali, também funcionavam, à época, uma creche e um ambulatório. Marcas de sangue ainda permaneciam por lá. Algumas vítimas escondiam-se em suas casas.

Do então padre Olinto Pegoraro, da Ordem de São Camilo, que dedicou a maior parte da sua vida de sacerdote ao trabalho social naqueles morros, soubemos que o cruzeiro derrubado pelos militares não era obra dos traficantes. Foram os fiéis da igreja que, em 1979, o ergueram. Em direção ao cruzeiro, a comunidade católica fazia suas procissões e Vias Sacras. O padre, após abandonar a batina dedicou-se apenas às aulas de Ética na UERJ.

Um dia depois de subirmos o Borel, na terça-feira, em uma Kombi de O Dia, retornamos ao morro. Levamos junto, entre outros, o deputado federal Miro Teixeira (na época, PDT), o então procurador República dos Direitos dos Cidadãos, Gustavo Tepedino, Luiz Bazílio, pelo Grupo Tortura Nunca Mais. Confirmaram tudo o que o jornal noticiara naquela manhã. Entrevistaram vítimas. Constataram sangue ainda na sacristia da igreja, bem como em um dos bancos ali usados. Ouviram, por fim, a versão do padre Olinto sobre o cruzeiro que o Exército havia relacionado aos traficantes.

Naquele dia, cinco das vitimas acabaram encaminhadas à Polícia e foram levadas ao Instituto Médico Legal, onde foram constatadas “agressões”, como o próprio O Globo noticiou.

Em uma carta encaminhada ao general Câmara Senna, o padre Olinto falou em 15 pessoas vítimas de torturas, inclusive com choques elétricos e afogamentos em uma cisterna.

Tepedino, como procurador da República, já na quarta-feira despachou ofícios determinando a instauração de inquéritos pelas Auditorias Militares federal e estadual e ainda pela Polícia Civil. Relatou o que viu ao então procurador-geral da República, Aristides Junqueira. Como noticiou O Globo, ele buscava o paradeiro de um preso durante a Operação que não tinha sido mais localizado.

Parte do que viu no morro naquela terça-feira, o deputado Miro Teixeira relatou ao ministro do Exército, general Zenildo de Lucena, na quarta-feira, em uma sessão da Comissão de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados,à qual também compareceu o general Câmara Senna. Queixou-se, inclusive, da derrubada do cruzeiro, obtendo do ministro a promessa de que o símbolo religioso seria recolocado no alto do morro, tudo conforme relatado em O Globo de 1 de dezembro.

A nova cruz, com 10 metros de altura, 4,7 m de largura, pesando 700 quilos, foi recolocada com ajuda de um helicóptero da FAB no dia 17 de dezembro, como noticiou a Folha da S. Paulo. Sobre os torturados não se ouviu mais falar, até por desinteresse da imprensa e dos jornalistas, entre os quais o autor desta reportagem. Caiu no esquecimento.

Toda essa movimentação de tropas, porém, teve resultado pífio. Nenhum traficante maior chegou a ser pego. Também a quantidade de drogas apreendidas foi pequena. Em nada influenciou no problema da violência da cidade e daquela região do Rio de Janeiro. Serviu sim para queimar a imagem dos militares.

O tráfico no Borel só foi enfrentado corretamente quase 16 anos depois, em abril de 2010, quando, com tropas apenas da Polícia Militar, sete comunidades na região – Borel, Casa Branca, Morro da Cruz, Chácara do Céu, Catrambi, Indiana e Formiga – foram ocupadas militarmente, no preparo para a instalação da UPP. Não houve confronto, trocas de tiros ou qualquer outro incidente. A parti daí, passou a ser outra história.

As lições de 1994, das diversas outras operações de Garantia da Lei e da Ordem e ainda a da ocupação pacífica em 2010, porém, não parecem compreendidas pelos atuais governos do Estado e Federal. Voltam a recorrer às Forças Armadas, o que gera sérios riscos à população – em especial a mais carente, moradora das áreas de conflito, apesar de decorridas mais de duas décadas desde as primeiras Operações Militares no Rio. Mas, as Forças Armadas continuam sendo tropas de segurança à Nação, não preparadas para Segurança Pública.

Mas não apenas os moradores de áreas conflituosas correm riscos. Também as forças militares, que não servem a este tipo de ação, poderão sofrer com a missão que o presidente golpista lhes deu. Não devem resolver a questão da violência. Que, por sinal, segundo o Comandante Militar do Leste, o general Walter Braga Netto, que a partir de agora e até 31 de dezembro, responde pela segurança pública do Estado do Rio, a situação não é tão grave como falam. Em comentário que fez aos jornalistas no Palácio do Planalto, logo após a assinatura do decreto determinando a intervenção, declarou que “há muita mídia” na crise de segurança local.

Também não será recorrendo aos militares que o presidente golpista resolverá seu problema maior: a falta de legitimidade. Esta, só mesmo com a renúncia. Mas isto não passa nem por sua cabeça, nem pela dos seus asseclas. Portanto, ele deve se preparar espiritualmente. Outras manifestações como a gerada pelo desfile da Paraíso da Tuiuti surgirão. Provavelmente, já neste sábado (17/02), no próprio Sambódromo, quando do desfile das escolas vencedoras.

 

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25 respostas

  1. O capitão do mato do “jornalismo de direita” REINALDO BUNDA MOLE entrevista o Vampirão e só faltou comer o fogo da boca podre do vampiro. E tem esquerdista que se lambuza em elogiar o verme do Reinaldo. Esse fulano ajudou a criar todas as BESTAS do GOLPE, ou melhor, deu vida, espaço e gás para o pior que esse país sempre teve: ódio pelo povo negro e pobre, arbitrariedade e violência.
    https://youtu.be/HmI84W1LM68

  2. Na verdade o que Auler retrata no RJ é que a escravidão e a corrupção dos governantes ligados ao neoliberalismo só acentua e aumenta a desigualdade. Certo estava Brizola que profetizava em 1980 que muitos políticos do PMDB se diziam democratas, alguns até revolucionários, mas dizia ele, não se enganem com essa gente mais adiante todos eles vão aderir a direita e do que há de pior política. Brizola, combatido pelo Globo como propagador do banditismo, mostrava que essa situação do Rio já vinha de decadas, e que a solução era criação de escolas em turno integral para as crianças tirando da marginalidade, e a restruturação da polícia em outro nível com pessoal de escolaridade mais alta e com órgãos de controle contra a corrupção. Tudo isso exige investimento e pessoal competente, e principalmente honestidade e zelo com a população coisa que esse governo Temer e comparsas não podem oferecer por isso essa aventura já fracassou.

    1. Brizola assim como Arraes conheciam todos os crápulas que fingiam ser democratas…e Arraes com certeza antesnde morrer deve ter passado essa informação à Eduardo….e o que fizeram com Eduardo?

      1. Os metodos deles não mudam…. porque dessa forma mantém o status quo… os ” acidentes” têm dado certo…ninguém questiona….eram os atropelamentos na ditadura…desaparecimentos…acidentes aéreos pós ditadura…

      2. “…. o que fizeram com Eduardo?”
        Vc quer dizer antes ou depois que ele se aliou com o Aécio?

  3. De uma hora para outra inventaram essa de arrastões que não são novidades e podem muito bem ser estimulados. O chamado FALSE FLAG.
    Durante os períodos mais turbulentos dos golpistas verde e amarelos houve ondas de assaltos em váriias capitais em bairros de classe média para “motivar” a protestar contra o governo Dilma. Muitos destes assaltos foram plantados para gerar a onda terrorista golpista contra o governo democraticamente eleito.

    1. A próxima etapa anunciada do golpe vagabundíssimo!
      Com as Forças Armadas dos Estados Unidos do Brasil (sic), o STFede e tudo dentro!
      E em não havendo eleições, os deputados picaretas ficaram a cavalheiros para aprovar – sem sobressaltos – a Reforma da Providência da Morte!

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      SENADOR ROBERTO REQUIÃO: INTERVENÇÃO PODE SER O PRENÚNCIO DO FIM DAS ELEIÇÕES

      “Essa intervenção pode ser o prenúncio do fim das eleições. O que está acontecendo é muito ruim para a democracia, para o Exército e para o Rio de Janeiro. Corremos o risco de ver novamente invasões e saques de mercados, ações que não acontecem há muitos anos, desde a criação do Bolsa Família e outros programas sociais. Isso é resultado da barbárie e da selvageria provocadas pelo liberalismo econômico”, diz o senador Roberto Requião (MDB-PR)

      17 DE FEVEREIRO DE 2018

      (…)

      FONTE [LÍMPIDA!]: https://www.revistaforum.com.br/o-exercito-nao-foi-feito-para-combater-o-narcotrafico-afirma-roberto-requiao/

      1. … E com a palavra o egrégio e impávido jornalista Luiz Carlos Azenha…

        ***

        TEMER VAI À GUERRA PARA SE MANTER NO PODER E PERPETUAR O GOLPE

        O jornalista José Carlos Azenha, editor do Viomundo, criticou a intervenção militar na Segurança Pública do Rio de Janeiro; segundo ele, Michel Temer abraçou a frase atribuída a Washington Luís, segundo a qual “a questão social é um caso de polícia”; “O golpe, que retirou direitos e arrochou os mais pobres, quer se perpetuar explorando os efeitos daquilo que promoveu. E Temer tem um plano: continuar no Planalto quando seu mandato acabar. Através de eleições ou, melhor ainda — do ponto-de-vista dele –, de forma indireta, para ‘pacificar’ o País. A intervenção militar no Rio de Janeiro é o primeiro passo”, diz Azenha

        17 DE FEVEREIRO DE 2018

        (…)

        FONTE [LÍMPIDA!]: http://www.viomundo.com.br/opiniao-do-blog/temer-vai-a-guerra-para-se-manter-no-poder.html

      2. Retificação

        E em não havendo eleições, os deputados picaretas ficarão a cavalheiros para aprovar – sem sobressaltos – a Reforma da Providência da Morte!

        … ficarão… (em vez de ‘ficaram’…)

      1. Aliás, hoje veremos os manifestoches desfilando para a Tuiuti, com panela e tudo ! Além de podermos ver novamente o Vampirão tendo que amargar mais uma vergonha: ser desprezado pelo povo que finalmente compreendeu o GOLPE.

        1. Será que o carro alegórico GLORIA, ASCENÇÃO E QUEDA DA VENUS PLATINADA vai entrar na Sapucaí, uma que o desfile não será transmitido ao vivo pela Globo ??

          A conferir…

        2. Falando em manifestoches, ontem o Temer falou e eu não ouvi panela nenhuma. Presidente impopular o pessoal bate panela mesmo. O que aconteceu? Será que “o povo que compreendeu o GOLPE” estava distraído? Ou será que aquela pesquisa do IBOPE que disse que só 12% não aprovam a intervenção está certa? Sei não, estou achando que isso que você chama de “povo” não passa da pequena minoria de fanáticos que idolatra o bandido condenado.

          1. … É porque as panelas estão enfiadas até o cabo nos CUnhas dos(as) ‘coxinhas’!

          2. As mesmas vivandeiras de quartel….Sua ilha de Helena lhe espera….

          3. Sugiro um transporte só de ida para algum arquipélago em forma de pedregulho….deixem que os “capitalistas” golpistas e trolls seus empregados se devorem…..É. aplicação prática da meritocracia idolatrada….sobrevive o que merecer….

    1. … E falando no providencial (sic) “não vem ao caso do ‘mor(T)o'”!…

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      DELATORES REFORÇAM PROPINAS A SERRA E AO PSDB

      Carlos Henrique Barbosa Lemos, ex-diretor da OAS, afirmou em depoimento à Polícia Federal que empreiteiras fizeram um acordo em 2006 para o repasse de R$ 30 milhões ao ex-secretário de Transportes de São Paulo Dario Rais Lopes; segundo ele, os recursos eram referentes a obras do Rodoanel e abasteceram o caixa 2 do PSDB; delatores das empreiteiras afirmaram que, na época, o então diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, solicitou propina de 0,75% do total recebido por cada empresa vencedora dos lotes das obras do trecho sul

      17 DE FEVEREIRO DE 2018

      (…)

      FONTE: https://www.brasil247.com/pt/247/poder/342617/Delatores-refor%C3%A7am-propinas-a-Serra-e-ao-PSDB.htm

  4. Depois da copa e olimpíadas, novamente em outro grande evento de massa, desta vez o carnaval utilizado como pano de fundo para aplicar golpe e pegar todos os idiotas desprevinidos. Isso é coisa da globo e cartilha da cia.
    Golpistas desmoraliado. Todos canalhas.

  5. … Se ocupar a Globo, o golpe vagabundíssimo cessa!
    A única panaceia!
    E JÁ passou da hora!

  6. Isso é só o começo de mais um golpe, desta vez golpe militar mesmo sufragiado pelo presidente ladrão. Para que o Brasil precisa de um ministério de segurança pública ? Coisa bem de ditadura. Ditadura que teve essas coisas. Os estados da união já tem secretarias de segurança pública.
    O REINALDO AZEVEDO está tentando ganhar a simpatia de parte da esquerda para leva-los a votar num candidato de direita muito provavelmente o psdb. O Reinaldo Azevedo de hj em dia que ” defende o Lula ” é só um dissimulado. Continua com as mesmas posições de antigamente, só deu uma roupagem de defensor da constituição e do devido processo legal, mas não acreditem ele é um feraz defensor do Temer e do Aécio. Contra esses 2 bandidos ele não fala um A e ainda os defende do indefensável – as malas de dinheiro. Já viram ele dizer que algum tucano roubou ?
    Disse que o Lula está inelegível e portanto tem que ser barrado no TSE, mas então por que enfatiza tanto o devido processo legal se o processo contra o Lula atropelou a constituição, pq defende o Lula lá atrás se lá a frente pede que ele não seja autorizado a ser candidato pelo TSE. PQ os objetivos dele é fazer média para ganhar simpatizantes na esquerda. Se uma pessoa diz uma coisa e depois se desdiz qual é a verdadeira posição dela a primeira ou a segunda ?
    Ele defende Aecio e Temer com unhas e dentes. Faz jogo duplo. É um espião, ou espertalhão, da direita tucano. Ele é a favor de tudo o que está aí, inclusive a favor da reforma da previdência. De todas essas reformas ele é a favor.
    Vive elogiando o vampiro ladrão e o playboy da farinha.

  7. — Segundo Einstein: Duas coisas são infinitas; o Universo e a “estupidez humana”. Estupidez é o que não falta, assim como essas pessoas que aprovam mais esse golpe, possivelmente são medrosas, covardes, estúpidas e ignorantes. Algumas por frustrações, covardia e ignorância apelam para “palavrões” e ofensas. — “A ignorância é a mãe de todos os males”.
    — Esse não é o papel das forças armadas. Eles precisam lembrar que: Os militares ficaram 8 anos sem aumento salarial, no governo do psdb e metade de todo o pequeno efetivo era liberado antes do meio dia, porque o Brasil, então completamente falido e com inflação alta, não tinha dinheiro sequer para comprar comida para a tropa. — — Investimentos em Defesa Nacional, durante os 12 anos de governo Lula/Dilma/PT:
    -Aumento de 500% no orçamento do Ministério da Defesa entre 2003 e 2014, com sucessivos aumentos salariais, visando diminuir a imensa defasagem salarial que foi criada ao longo de 30 anos. — https://luizmuller.com/2014/05/21/comparando-os-investimentos-em-defesa-nacional-durante-os-governos-do-psdb-e-pt/
    — Lamentável que as forças armadas se deixem manipular por bandidos, que os estão transformando em “milícias”, não percebem que estão sendo usados como massa de manobra, quando deveriam expulsar esses bandidos e proteger o país em que vivem. Deveriam assumir a responsabilidade de colocar a Dilma de volta até as eleições. Infelizmente a vaidade e “outros incentivos” é que falam mais alto.
    Esse amaldiçoado desse vampirão libanês, montou essa farsa induzido pelos patrões dele, em conluio com seus cúmplices padilha e moreira franco (o maior ladrão do Brasil), ele é um psicopata, ignorante e estupido. Tudo tem um preço, esses militares têm família e eles ficarão na história como participantes do golpe.
    –O governo Temer é responsável, em grande parte, pelo aumento da violência no Estado do Rio e demais estados. Na medida em que ele congelou investimentos sociais, provocou o aumento da massa de desempregados e impôs uma mudança da legislação trabalhista que tem tornado mais precários os empregos. (algumas vezes chego a pensar que parte dessa violência faz parte de uma trama e também dos “mal exemplo dogoverno de ladrões
    Para mudar o Brasil, só concentrando a luta em torno da prioridade das prioridades, mas poucos estão dando o devido valor aos valores do grande Darcy Ribeiro. Por isso, ano a ano, tudo piora! Precisamos salvar as nossas crianças, a nossa juventude.
    — Que falta fazem Dilma e Brizola…
    — Brizola, combatido pelo Globo como propagador do banditismo, mostrava que essa situação do Rio já vinha de decadas, e que a solução era “criação de escolas em turno integral” para as crianças, tirando-os da marginalidade, e a restruturação da polícia em outro nível com pessoal de escolaridade mais alta e com órgãos de controle contra a corrupção.(renato arthur)

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