Mentira sobre Aids é escândalo. Mas CFM é um maior

 

Que tal trocar a presidência do Conselho Federal de Medicina do Dr. Mauro de Britto Ribeiro pelo empresário Mark Zuckerberg?

Pelo menos o dono do Facebook fez alguma coisa pela Saúde Pública ao suspender a veiculação da fala em que Jair Bolsonaro sugeria que a vacina contra a Covid estimulava o desenvolvimento da Síndrome da Imunodeficiência Adquiridas, a Aids, enquanto o chefe do órgão regulador da medicina não deu um pio e, ao contrário de toda a comunidade científica, continua cúmplice da prescrição de cloroquina para os infectados pelo novo coronavírus.

É uma vergonha – e um crime, que deverá ser incluído no relatório da CPI – um presidente da República tentar amedrontar (inutilmente, por sinal) a população com um “estudo” inexistente de que os imunizantes para a Covid poderia fazer desenvolver uma doença mortal e, sobretudo, estigmatizada em questões de contágio e sexualidade.

Mas também é vergonha que a entidade maior dos médicos brasileiros se cale diante disso, por sabujismo político ao infeliz que preside esta República. O Dr. Mauro não deu um pio, repito.

Do ministro da Saúde, pazuelizado pelo mesmo sabujismo já nada se espera, além de mostrar o dedo médio, grosseiramente.

Estamos com uma trupe de charlatães no governo e nem sequer o CFM escapa do uso político de uma pandemia.

Mas eles não são apenas mentirosos ridículos, não. Eles podem matar pessoas que acreditem nas barbaridades que dizem e deixem de se vacinar por causa disso, com medo de desenvolverem Aids.

Os médicos brasileiros precisam se insurgir contra o que faz o seu Conselho, sob pena de serem omissos diante de um crime contra a Saúde Pública.

 

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