Mercado chuta seus santos por reeleição de Bolsonaro

A “turma da bufunfa” tupiniquim é tão cega politicamente que “deixou pra lá” o fato de que este governo demoliu tudo o que ela considerava “sagrado” em matéria de política fiscal e econômica e, na esperança que Jair Bolsonaro consiga iludir a população até as eleições que vai apenas miar diante do estupro de governança a que o governo submeteu a Petrobras.

Como, aliás, fizeram em relação ao teto de gastos, ao déficit fiscal agravado pelos cortes de impostos e tudo o mais que Paulo Guedes faz, obedecendo às ordens do presidente para distribuir bondades eleitoreiras.

Pode por aí mais duas ou três semanas, outra vez, de incertezas e questionamentos como os que a empresa viveu há 2 meses, com a gorada indicação de Adriano Pires para a presidência da empresa, derrubada por suas ligações obscuras com empresários do setor.

O novo indicado, Caio Guedes Paes de Andrade entra com a evidente missão de, na prática, congelar o preço dos combustíveis até a eleição. Chuta, portanto, a santa da divina “paridade internacional” de preços e torçamos todos para que o altíssima cotação do barril no mercado internacional (e da gasolina e do diesel que importamos já refinados) cedam, porque o dólar, que cedeu, está esperando o novo aumento da taxa de juros norte-americana, na reunião do Federal Reserve, dia 15 de junho.

Aqui, o IPCA-15, de 0,59% – o maior desde maio e 2016 – alivia, mas não muito a expectativa de inflação e, portanto, ajuda a que o BC brasileiro não pese a mão no aumento de juros na mesma data, possivelmente 0,5%, indo a 13,25%.

 

 

 

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