Ministro laranja acertou desvio pessoalmente, diz ex-candidata

Agora é pessoal e intransferível, não tem mais só assessor para levar a culpa e sustentar o “eu não sabia”.

A Folha abre manchete para que a ex-candidata a deputada estadual por Minas Gerais Zuleide Oliveira conta que o Ministro do Turismo, Marcelo Alvaro Antonio, a chamou para ser candidata em troca de receber 75% do Fundo Eleitoral que a ela seria transferido:

‘Então a gente vai fazer o seguinte: você assina a documentação, que essa documentação é pra vir o fundo partidário pra você. (…) Para o repasse ser feito, você tem que assinar essa documentação. E eu repasso a você R$ 60 mil, e você tem que repassar pra gente R$ 45 mil. Você vai ficar com R$ 15 mil para sua campanha. E o material é tudo por nossa conta, é R$ 80 mil em materiais’, conta Zuleide.

E não é denúncia pós-eleitoral, de quem quer criar problemas ao governo. Em setembro do ano passado, ela queixou-se ao Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais, que se limitou a receber o papel, agradecer e engavetar.

Vejamos se o ex-ministro e atual estafeta da Justiça, Sérgio Moro, considera isso “consistente”, como prometeu ao dizer que seria o guardião da moralidade governamental.

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9 respostas

  1. O crime organizado está hoje empoderado, inclusive no governo federal, aonde chegou por meio de uma eleição farsesca e fraudulenta. A Fraude a Jato – essa ORCRIM institucional em que o torquemada araucariano e seus comparsas do MPF, da PF e do judiciário se notabilizaram – é tão ou mais deletéria que as maltas e matilhas bozonaristas e delas não se espere algo que não seja a conivência ou cumplicidade com os crimes do clã miliciano e dos diretores do Partido do Suco de Laranja, vulgo PSL.

  2. O endereço da milícia todos sabem onde fica.

    Não, não é em Rio das Pedras, fica mais ao sul do país.

  3. O Moro vai responder assim: “não vem ao caso” e, logo em seguida vazará à imprensa amiga mais uma delação premiada de um canalha qualquer de uma denúncia sem provas contra Lula e o PT.

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