Moro propôs o cúmplice Dallaganol como PGR, diz Kennedy Alencar

Sérgio Moro pediu a Jair Bolsonaro para nomear Deltan Dallagnoll, seu imediato na Lava Jato, como Procurador Geral da República, no lugar que hoje é de Raquel Dodge.

Bolsonaro, disse Kennedy, recusou-se.

O jornalista não se estendeu sobre análises, frisando que isso era informação objetiva a que teve acesso.

Dallagnol, promotor de 1ª instância, jamais poderia ser o chefe da PGR, na escala hierárquica da Procuradoria.

Depois das revelações da “Vaza Jato”, então, não poderia nem mesmo ser imaginado no cargo.

Mas é uma comprovação concreta de que a relação Moro-Dallagnol era de completa cumplicidade, numa aspiração de poder obscena.

Numa palavra, cúmplices.

E, ainda, como Moro se tornou uma presença desqualificada no entorno do presidente, que se recusa dar guarida ao cúmplice do ex-juiz, oferecendo-lhe um cargo que o protegeria e o projetaria.

Deltan vai morrer no chão raso de sua ambição; Moro, nas alturas de sua ilusão.

Ouça, no comentário de de Kennedy na CBN, a afirmação seca da notícia.

 

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9 respostas

  1. Cuidado Ângela Merkel, não vai demorar o presidente troglodita do Brasil dizer que não a estupra porque a senhora não merece.

  2. Vamos voltar um pouco ao passado, aos governos do PSDB.
    As indicações de nomeações naquela época funcionavam justamente assim, colocava-se nos principais cargos os aliados do PSDB.
    Obviamente, de cabeça pensada, para perseguir qualquer político de qualquer partido que fosse eleito, que não fosse aliado do PSDB.
    O velho esquema maquiavélico: “Aos amigos os favores, aos inimigos a lei”.
    Já imaginaram se fosse o PT que tivesse feito isso?

  3. Hahaha
    O juiz ladrão e o bandeirinha cego, não conseguem mais apitar nem o clássico gaúcho Não Me Toque X Dona Francisca.

  4. Fernando, boa tarde!
    O único senão da matéria é o termo utilizado “cúmplice”; Acho que o mais correto seria “parça”;
    Sds

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