Morte na Caixa

A morte -por suicídio, segundo as primeiras versões – do diretor de Controles Internos e Integridade da Caixa, Sérgio Ricardo Faustino Batista, de 54 anos, mostra a necessidade absoluta de investigação policial sobre o que está se passando no banco estatal após a demissão de Pedro Guimarães, seu presidente em quase todo o governo Bolsonaro.

Ela aconteceu no ambiente de trabalho – seu corpo foi encontrado na área externa do edifício-sede do Banco, em Brasília – e sua função não era apenas de zelar pelas relações funcionais, mas também de controle das práticas negociais da empresa.

Estamos vivendo, nestes dias, sob a sombra da morte. Já matou-se um funcionário de Itaipu que teria ligação com a exibição das cenas da festa de aniversário de Marcelo Arruda ao agente penal Jorge Guaranho, que em seguida foi ao local assassina-lo. Agora, este caso escabroso em plena Caixa.

Não se pode, claro, afirmar que tem relação com o escândalo ocorrido com o presidente de empresa. Mas é preciso investigar com muito mais rigor do que como se fosse um caso de suicídio sem ligação com mais nada senão a vida e problemas particulares do morto.

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