O falso ‘caos’ argentino: corte de US$ 30 bi na dívida externa

Lembra da previsão de Jair Bolsonaro de que, com uma vitória da chapa Alberto Fernández-Cristina Kirchner, o pais vizinho ia cair no caos e os argentinos se acumulariam para entrar no Brasil, em busca de segurança?

Pois é, um ano depois, eles não estão muito melhores que nós no combate à pandemia como, também, conquistaram credibilidade internacional – comparada à nossa deterioração aos olhos do mundo – ao ponto de fechar um acordo com os credores da dívida do país em bônus lançados no exterior, que a trocarão por novos títulos, com 46,5% de deságio, numa economia para o país de 3o bilhões de dólares.

Nem o Ministro da Fazenda e o ex-presidente do BC argentinonos tempos de Maurício Macri – Luiz “Toto” Caputo e Guido Sandleris – puderam deixar de elogiar os termos do acordo, uma das promessas de campanha de Fernández.

Enquanto isso, o “amigão” do mercado por aqui, vê nossa dívida pública saltar, para atingir, até o final do ano, 100% do Produto Interno Bruto.

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