Pazuello, de ‘piti da CPI’ a
‘motoqueiro fantasma’ de Bolsonaro

 

O Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Luana Araújo e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga,participa da cerimônia de lançamento da Campanha de Conscientização sobre Medidas Preventivas e Vacinação contra a Covid-19, e o lançamento da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19.

O senhor Eduardo Pazuello não é só um mau ministro da Saúde, que recebeu o país com 15 mil mortes e o deixou com 290 mil, inclusive os que morreram sufocados por sua omissão na crise do oxigênio em Manaus.

Também não é só um mau general, porque aceita, estando na ativa, participar de manifestações políticas e de cunho anticonstitucional (“eu autorizo”, intervenção militar, etc), subindo no palanque.

Eduardo Pazuello é, sobretudo, um mau-caráter, que afirmou há dois dias, sob juramento, que acha essencial o uso de máscaras e o distanciamento social mas, se aglomera, e sem ela, para fazer pendant a Jair Bolsonaro.

Isso, pouco depois de ter – ou simular – o tal do distúrbio vasovagal, como para merecer piedade dos seus inquiridores.

Piedade que um dia não terá quando tiver de responder ao “Nuremberg da Pandemia”, no qual se julgarão os crimes cometidos nesta catástrofe que já nos aproxima de meio milhão de mortos.

Pazuello age como um oficial-general do Exército Brasileiro, foi e é um estafeta das ordens presidenciais, que manda seu comando desmano: aglomerem-se e morram.

 

 

 

 

 

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