Petróleo vai a US$ 121 e combustíveis subirão para Bolsonaro baixar

O petróleo acaba de bater a cotação de US$ 121 dólares por barril, menor apenas que o pico de algumas horas registrado no início da guerra da Ucrânia.

11 dólares a mais (10%) do que o preço do dia em que a Petrobras decretou seu último aumento no preço dos combustível, com o dólar cerca de 5% mais caro, então.

Como o preço dos derivados subiu mais que o do petróleo bruto, a tal “paridade de preços internacionais” que se pratica aqui, com os preços atuais, foi pras cucuias, como dizia minha avó.

Há, na margem de lucro da empresa, que processa a maior parte de petróleo próprio, em reais, espaço para manter o preço ao consumidor, o que não há é espaço nesta sua política de preços, que segue vigente, apesar das trocas em sequência da direção da empresa.

O que não há é interesse político em amenizar o problema, mas o de levá-lo a um grau de gravidade que justifiquem a abolição de regras fiscais que tolhem a farra de recursos públicos empurrado a irrigar benesses eleitorais.

O preço dos combustíveis vai subir para que o Bom Bozo intervenha, baixando-os para o mesmo, ou pouco mais ou menos.

E, ao mesmo tempo, ajude a “empurrar” a privatização da vilã Petrobras, como na escandalosa decisão, em apenas três dias, do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) de incluir a empresa em estudos de privatização.

O aumento dos combustíveis virá logo, até para permitir que, com uma intervenção do governo para baixá-lo, se produza o efeito de “retirar o bode da sala”.

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