Bolsonaro ameaça com ‘guerra’. Não tem “paz e amor”

Jair Bolsonaro, o língua de trapo, soltou mais uma hoje, no Paraná.

Disse que ““se precisar, iremos à guerra” e contra um “inimigo” interno:

“Nós todos aqui, e não apenas eu, temos problemas internos aqui no Brasil, onde hoje, não mais os ladrões de dinheiro do passado, surgiu uma nova classe de ladrão, que são aqueles que querem roubar a nossa liberdade”.(…)Se precisar, iremos à guerra. Mas eu quero um povo ao meu lado consciente do que está fazendo e de por quem está lutando”

A referência, óbvio, é aos ministros do Supremo Tribunal Federal. E a uma sublevação civil-militar contra o Poder Judiciário.

O que é preciso para considerar o sr. Jair Bolsonaro um subversivo – o termo que usavam contra nós, na ditadura, agora contra uma ordem democrática?

Liberdade de quê? De ameaçar dar surra, de ameaçar não aceitar os resultados de uma eleição?

Não existe “versão civilizada” de Jair Bolsonaro. Aquele mansinho dos anúncios de TV é fake.

Tudo o que faz é pregar o conflito, as armas, a “guerra” que ele quer travar, achando que pode ser um general Médici meio século depois.

Sim, algo vai mal na democracia brasileira, e o que não está funcionando é um poder Legislativo que não inicie -por corrompido – um processo de crime de responsabilidade contra quem atenta contra o livre funcionamento dos poderes da República.

Cansou esta história de fazer uma ameaça de guerra por semana, este papo covarde de se referir por indiretas sutis como elefantes, contra “inimigos”. Vá andar de jet-sky e não aporrinhe o Brasil!

Facebook
Twitter
WhatsApp
Email

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *