Pule no esgoto, Bolsonaro. Lá é seu lugar

“É um caso a ser estudado. O brasileiro não pega nada, vi um cara ali pulando em esgoto, sai, mergulha, e não acontece nada com ele.”

Acontece, Bolsonaro.

Milhares de nós vamos morrer porque o brasileiro pulou no esgoto ao eleger um psicopata, um genocida como seu presidente.

Um canalha que está se aproveitando da angústia e do sofrimento as pessoas ameaçadas em seus empregos para promover um processo que, está se vendo explodirem os casos de infecção e morte nos países que não adotaram os bloqueios e restrições a tempo.

Itália e Espanha seguem com 700 mortes ao dia, com comboios militares carregando corpos aos crematórios. Os “invulneráveis” Estados Unidos dobraram ontem o número de mortes para 268 e isso vai aumentar porque os novos casos, agora 17 mil por dia, vão se agravar e levar embora muito mais gente do que hoje.

O governo está sem comando e só o que consegue promover é o retorno às ruas de empresários ambiciosos, que não se importam com quem morra, de políticos criminosos, que mandam as coisas reabrirem de olho em votos bolsonaristas e de descerebrados que eguem dizendo que “a gripezinha” que matou 25 mil até agora, é uma bobagem.

Bolsonaro, em nome dos que vão morrer, o povo brasileiro tem o direito de sanear o esgoto que são você e e sua família.

O direito à vida está acima do seu deus perverso, o demônio da morte que você está, tanto quanto o vírus, conjurando para este país.

Passou da hora de advertências e raciocínios sutis e complexos. Como disse o jornalista Luís Costa Pinto: se estamos numa guerra contra a morte, então, nestes tempos, um criminoso é um criminoso de guerra.

As bombas que Jair Bolsonaro quis colocar nas latrinas dos quartéis, coloca agora pelo pais inteiro, a partir da sua cloaca bucal.

Está mandando os cidadãos irem para a rua para serem dizimados por uma ameaça invisível, mas macabramente mortal. Diz para que saiam de suas trincheiras para serem abatidos às centenas e aos milhares.

É isso, generais, o que o capitãozinho alucinado que vocês ajudaram a galgar o poder, está fazendo.

Tirem-no, assumam o dever de salvar os brasileiros e negociem uma transição democrática, de volta ao voto e à razão. Basta que lhe digam que não aceitam o morticínio irresponsável e ele, sem o seu aval, ir-se-á.

Ou os que sobrarmos o tiraremos, em memória dos que morrerem por sua estupidez.

E lembraremos, por gerações, quem foram seus cúmplices.

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