Vedetismo de Barroso “encheu” o Supremo. Assista

O bate-boca de hoje na sessão do Supremo Tribunal Federal não foi, necessariamente, casual.

Ele parece refletir o estado de ânimo da Corte com o comportamento pavonesco do ministro Luís Roberto Barroso que, para brilhar como “paladino da moralidade”, resolveu virar a “estrela do Plenário”, interrompendo votos de outros ministros e distorcendo suas falas, para colocá-los em posição de estar defendendo imoralidades.

Desta vez, não foi com Gilmar Mendes, o que passaria como confronto de vaidades.

Foi com Alexandre de Moraes que, embora não seja melífluo em suas falas, é normalmente contido nos contraditórios, limitando-se às questões jurídicas. E, pior, com Dias Toffoli, que é uma montanha de salamaleques e de data venias ao falar.

Ficou nítido que Luís Roberto Barroso “encheu o saco” da maioria dos demais ministros.

E se quiser fazer papel de “vedete” no julgamento sobre a legalidade da prisão em 2a. instância, amanhã, não vai deitar falação impunemente.

Antes dele – e logo depois do relator, Marco Aurélio Mello, favorável à proibição da execução antecipada – vota Alexandrede Moraes, até agora defensor da prisão antecipada. Não é provável, embora possível, que mude seu voto. Mas é possível que o module, valorizando os argumentos em contrário, para bloquear a estratégia de demonização do garantismo judicial.

Barroso foi “advertido” de que suas pavoneadas não serão toleradas em silêncio.

 

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