A desoneração dos combustíveis é só “brincadeirinha”

No Valor, os dados para comprovar que a historia da desoneração de tributos os combustíveis é um mero amontoado de bobagens para desonerar, isto sim, o governo Bolsonaro de sua falta de políticas econômicas e financeiras.

Os tributos federais no setor – que ele promete “zerar” se os governadores fizerem o mesmo com o ICMS – representaram, em 2019, R$ 27,3 bilhões de reais. Compare: o orçamento total do Bolsa Família, no ano, foi de cerca de R$ 30 bilhões.

Já os Estados têm entre 20 e 25% de suas arrecadações derivadas da cobrança de ICMS sobre combustíveis. Retire isso e todos, que já andam mal das pernas, quebram.

Ah, mas como naquele bordão dos anúncios de TV, isso não é tudo.

Como da arrecadação do ICMS vai um quarto para os municípios, também eles vão se ver com uma absurda queda de receita.

A coisa só não preocupa mais porque sabe-se que, em economia como em outras áreas, Bolsonaro desdiz à tarde o que disse pela manhã. E sem explicações, talquei? “Está encerrada a entrevista!”

Por falar em entrevista, que tal os nossos coleguinhas, diariamente humilhados por ele, perguntarem que história é essa de “mandei baixar três vezes o preço da gasolina e não baixou nada na bomba”.

E todo aquele discurso sobre a liberdade da Petrobras de formar os seus preços, algo tão exigido pelo “mercado”?

Cartas para Míriam Leitão…

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10 respostas

  1. Pra acabar com essa palhaçada, o ICMS tem que passar de uma alíquota ad valorem [cobrança sobre o valor] para uma alíquota ad rem [cobrança fixa].

    1. Às vezes encerra até a entrevista. Não sei porque, me lembrei da “esfakeada”, que o deixou dodói e não pode ir a debates (mas podia fazer flexões e botar criança nos ombros).

    2. Aumenta o ataque contra o filho do presidente Lula, o Lulinha. Está em letras garrafais em manchetes de jornais como a Folha, sem que nenhuma notícia importante tenha contribuído para isso. Está engatilhado contra ele a mesma antiga aliança de lawfair que uniu irmãmente membros da mídia empresarial e do poder judiciário contra seu pai. Para muita gente este ataque a Lulinha pode não fazer sentido, mas é da essência do combate pregado por Steve Bannon, o ataque direto através do aparente equilíbrio das partes.Contra o grande mito em que se transformou naturalmente o Lula, criaram o mito artificial do Bolsonaro, para fazer-lhe concorrência no imaginário popular. Diante das investidas jurídico-policiais perfeitamente justificadas ao filho Flávio Bolsonaro, reativam-se as investidas injustificadas contra o filho Lullinha. É a recomposição do equiilíbrio mentira-verdade. É a mesma guerra da mentira contra a verdade, na qual o campo da mentira acaba de sofrer um devastador ataque, atrás de um filme de verdade admitido como concorrente ao Oscar.

  2. Nao e bem isso q a gente le nas manchetes de primeira pagina da midia subserviente ???? o homi ta se esforçando… ???? tem um projeto p extinguir 20% dos municipios…

  3. Discutir ideias de bolsonaro, damares e cia é uma perda de tempo. Não se argumenta com tão pobres ideias.
    Temos que dar outro sentido à critica a estes idiotas que tomaram e destroem o país.
    Uma ideia é mostrar o que o país era sob o comando do PT, soberano e forte, e a desgraça total em que se mergulhou depois do golpe contra a Dilma.
    Lembrar sempre os três TRILHÕES que tiraram dos trabalhadores nas reformas trabalhista e previdenciária e contenção do salário mínimo para “equilibrar as contas públicas”, e desfalque de 50 bilhões que hoje dão para falsear e ajustar contas públicas. O s números estão ai.
    Era um país pujante e do futuro com o PT, agora é um desastre contínuo sob o comando dos golpistas.
    Destroem o país.

  4. Nem a Velhinha de Taubaté conseguiria levar Bolsonaro a sério.
    Exceto, é claro, enquanto desastre, e desastre anunciado!

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