Assustado com pesquisas, Alckmin erra e troca nome de sua vice

 

 

As pesquisas divulgadas ontem (resultados aqui e aqui) deixaram Geraldo Alckmin à beira de um ataque de nervos.

Está claro que a aliança que formou só tem um resultado: o tempo de televisão. E, mesmo assim, se a manobra ordenada por Michel Temer para sacar alguns dos partidos do Centrão da coligação tucana, não retirar-lhe perto de 40% do latifúndio televisivo que formou.

Quem duvida do abalo, assista abaixo o trecho de sua entrevista na Record, onde ele “troca” de vice, citando como sua companheira de chapa a senadora Katia Abreu, que está com Ciro Gomes, em lugar de Ana Amélia, do PP.

Depois se corrigiu, como fez dias atrás ao “mandar beijo” para Eliana, ex-namorada, em lugar de Angélica, mulher do apresentador Luciano Huck.

Normalmente inexpressivo, o comportamento de Alckmin tem traído, nos últimos dias, a apreensão com o seu iminente adeus às pretensões de ir ao segundo turno.

No jornalismo tucano, surgem advertências de que, afinal, desmoronou a certeza de que o PSDB iria ao segundo turno contra Bolsonaro e teria, por isso, uma vitória fácil.

Eliane Cantanhede “alerta” Álvaro Dias, Ciro Gomes e Marina Silva, se atacarem o candidato tucano, estão se transformando em  “cabos eleitorais de Fernando Haddad”.

É possível que o tempo na televisão mantenha os percentuais de Geraldo Alckmin iguais ou até algo acima do que tem.

Mas está evidente que o tucano não tem punhos para lutar, de onde está, apanhando pela direita, centro e esquerda.

E, tonto, vai acumulando atos falhos que o mundo político sabe muito bem interpretar, embora não o diga.

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