A demonização da política e a busca do “novo” são truques do atraso

novovelho

Muito interessante a reportagem da Folha desmistificando a história de que “são sempre os de sempre” os políticos brasileiros. Muito ao contrário, o que maltrata a nossa democracia é o enfraquecimento dos partidos e, por isso, a busca quase que incessante de “novidades” que são, afinal sem desprezar as exceções, apenas a renovação de camadas de aventureiros que se lançam às eleições em busca de influência, poder, dinheiro e notoriedade.

Um estudo feito por dois acadêmicos da Fundação Getúlio Vargas reúne números que desmentem que a repetição de figuras seja o problema de nosso álbum político:

  • Em 2014, 53% dos deputados federais brasileiros foram reeleitos, enquanto que 95% dos congressistas americanos, 90% dos britânicos, 88% dos espanhóis, 80% dos australianos e 72% dos canadenses se reelegeram. 
  • Dos 1.889 deputados eleitos de 1990 a 2014, 103 conseguiram se eleger senadores, prefeitos ou governadores ao final de seu mandato (5,4% do total).
  • No Senado, 27 dos 259 eleitos nesse período sagraram-se governadores, prefeitos ou deputados, durante ou imediatamente após o mandato (10,4%).  205 não foram reeleitos como senadores (79,2% do total) e, desses 205, 23 foram eleitos para outro cargo (10%).

São números preciosos, que uma série de equívocos históricos contidos na entrevista – como o de dizer que “os anos que antecederam e desaguaram em 1964 foram turbulentos pelas movimentações de tenentes e comunistas em campos opostos, mas ambos antiestamento político” –  não invalidam.

Um dos problemas da política brasileira – e que nos diferencia de todos os países citados no levantamento – é que nosso sistema eleitoral sempre foi “antipartidos”. Com dois, três ou quatro partidos, só recentemente os países citados se deram às aventuras de eleger outsiders, como Donald Trump e Emmanoel Macron. No máximo – e eventualmente – tinham optado por heróis de guerra, como Dwight Eisenwoher  ou Charles de Gaulle.

Não obstante regras que facilitam a formação de oligarquias dentro dos partidos, eles sempre foram o que mais deu identidade aos políticos brasileiros, exceto pela sobrevivência da “geléia geral” do velho MDB, que remanesceu da violência autoritária dos partidos pela ditadura. O trabalhismo nacionalista (mesmo espoliado da sua sigla históricas pelas artes de Golbery do Couto e Silva), a direita globalizante e neoliberal do PSDB e o petismo, que ocupou os espaços trabalhistas que vieram no pós-redemocratização sempre foram as identidades ideológicas mais visíveis e claras da política brasileira.

De alguma forma, tornaram-se referências para o voto popular corresponder ao desejo político que deseja expressar.

Mas o sistema eleitoral brasileiro, que quase anula o voto de legenda, os enfraquece, ao tornar irresistível a atração dos “famosos”, capazes de amealhar votos pela fama ou dinheiro.

Não é à toa que a tal “renovação” da política – em geral partida de empresários e “celebridades” –  tenha sempre, no nascedouro ou no “criadouro” – um viés conservador e entreguista, ao ponto de serem nítidas as confluências até de Marina Silva com os economistas de viés liberal.

O “novo”, na política, é muitas (ou até quase todas as) vezes, sinônimo de velho. Mas tem sempre “otários” – mas “espertos”, pela visibilidade que isso lhes dá, por serem aceitos “nos salões” – que embarcam em histórias como o “pacto de renovação” da D. Neca Setúbal, a “humanista” da família Itaú.

Enfraquecer os partidos é a melhor forma de enfraquecer a democracia, porque tira ou amputa ao longo do tempo a identificação dos políticos com os interesses da população.

Para os ricos e poderosos, assim como para os fanáticos do autoritarismo, partido é algo que se compra, usa-se e se joga fora quando já não serve para engambelar os incautos.

 

 

 

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19 respostas

  1. Mais um texto em que Fernando Brito crava em cheio. Sem partidos políticos não se faz democracia, pelo menos não democracias modernas. Esse talvez tenha sido um dos erros mais sérios cometidos pelo PT que descuidou de preservar, fortalecer e investir na formação de novas lideranças e novas gerações. É verdade que as lideranças que optaram pela política de alianças em nome de uma prometida governabilidade pagaram um preço altíssimo por ela: José Genoíno, José Dirceu e o próprio Lula pagaram com a própria perda da liberdade e a prisão, depois de uma verdadeira caçada midiática, política e finalmente jurídica.

    1. Inseriu milhares de excluídos no mercado de consumo, mas sem a devida politização.
      Qual partido tem programa, proposta factível e é orgânico? Só o PT. Só ele pode fazer isso (a politização dentro e a partir do sistema).
      Os demais ou são utópicos, de um lado, ou de aluguel, de outro.

      1. O PT e todos nós, seus eleitores, simpatizantes, militantes e membros do partido somos responsáveis direto por essa despolitização. Baixamos as armas no mesmo momento que nossos adversários estavam levantando as deles. Muitas vezes vi nossas lideranças enchendo a boca para dizer que governavam para TODOS os brasileiros, o que é uma obviedade. Mas esqueciam de reforçar que isso só era possível porque uma PARTE, um PARTIDO, buscava esse objetivo. Deixamos o cerco se formar e preferimos olhar para o outro lado, quando nossos adversários passavam a se comportar cada vez mais como nossos inimigos, como alguém que queria nos eliminar. Como explicar que nos calámos e não enfrentamos uma campanha contra “nosso” partido, vestida de campanha contra a corrupção liderada pela Rede Globo e pelos políticos mais corruptos e venais do Brasil e por manifestoches vestidos com a camisa da CBF!? O medo nos imobilizou o udenismo de esquerda nos imobilizou e ninguém, num primeiro, segundo e terceiro momento nem as próprias lideranças do partido vieram a seu socorro, o deixaram a própria sorte. E isso é preciso que TODOS reconheçam.

  2. Será que o juizeco torceu pro Credit Suisse hoje? Pergunto, já que ele anda afeto a paraísos fiscais…

  3. Todo mundo conhece aquele princípio de que as moscas continuam as mesmas ou, se foram elas que mudaram, então é a m… que continua a mesma. É necessário sim fortalecer os partidos, mas estes têm que se renovar. A única boa notícia que ouvi a este respeito nos últimos anos foi que a enxurrada de novos filiados do pt é constituída principalmente por jovens. Ótimo. Há uma três décadas atrás o “soviet” do pt expurgou à moda stalinista, uma ativa e motivada juventude que fazia muito barulho no pt e não deixava o partido fazer acordo com a direita tipo tapinha nas costas e “carta aos brasileiros”.(quem seria o Lula no cenário político brasileiro se não houvesse esta… digamos, desinfecção. Deu certo porque o pt ganhou eleições (mas não o poder e por isso amargamos hoje o que está acontecendo ao Brasil). Assim que o Lula, no mensalão, precisou da militância ela negou fogo. Claro, não havia tônus, sangue novo, energia juvenil para isso. O resultado foi que pt se descaracterizou, virou um corpo estranho na esquerda pela sua soberba e falta de definição ideológica e até hoje continua assim. Espero que essa juventude petista tenha força agora para se impor e não permitir mais a política de tapinha nas costas e salameleques para os poderosos, os donos do poder, a direita, enfim, que tanto amam os velhos políticos petistas.

  4. João “Farinata Lobista” Dória é um exemplo claro de velho travestido de novo.
    Fora esses exemplos crassos, partidos de aluguel estão cheios de jovens, familiares dos antigos ou simplesmente laranjas.

  5. Uma análise preciosa sobre política que, infelizmente, os jovens não têm o menor interesse em conhecer. A alienação dessa juventude atual é de tal ordem, que levou a uma imbecilidade dolorosa. Estão todos convictos de que o Brasil é um lixo, de que a culpa é dos políticos, de que aqueles que dizem o contrário estão mentindo por algum interesse (pode ser até um amigo) e de que o melhor é ir para o exterior.

    1. Exato. “A política sem polêmica é a arma das elites” é a frase do Tijolaço. Penso que se aplica bem ao caso. Melhor demonizar a política, do que qualificar o debate. É a tática da elite para manter o status quo.

    2. Só uma ressalva.
      Não são só os jovens que são alienados. Há também um sem número se pessoas maduras, vividas e viajadas que fazem questão de se manter alheias à realidade. São refratárias a quaisquer leituras que fujam do padrão Veja ou noticiário que difiram os questionem o modelo JN. Têm ódio irracional a qualquer modelo de valorização social e humana e apreço a coisas como o Bolsonaro embora não consigam apresentar um argumento consistente quanto a nada que defendam, apegando-se sempre à “pérola” segundo a qual “eu estou certo e quem não concorda está errado”. Viajaram e viajam o mundo mais não conseguem interpretar, entender ou, menos ainda, aceitar anseios e pontos de vistas diferentes de suas próprias “verdades”.
      E essas pessoas “formam” muitos jovens nesse pensamento que não aceita sequer discutir alternativas, pautando-se, sempre, pela imediata desqualificação do “outro”.

    3. Alienação tamanha que sequer percebem o óbvio: o poder emana do povo. O povo tem as ferramentas pra se unir e cobrar, mas pouco faz, e quando faz, tem que lidar com fogo da mídia e até de “amigos”. Difícil colocar o povo no centro da política.

  6. “The Intercept Brasil
    SELEÇÃO DOS EDITORES
    O Facebook enganou todo mundo

    É um assunto para os nerds do jornalismo, mas vocês deveriam saber que o Facebook criou um programa para combater notícias falsas. O Facebook é uma colônia de notícias falsas, a rede pela qual elas viajam, de onde espocam russos interferindo nas eleições americanas, onde três das cinco notícias mais compartilhadas durante a semana do impeachment de Dilma eram falsas. O Facebook tem um problema, mas decidiu terceirizar esse problema.

    Quando um conteúdo é denunciado pelos usuários como “falso”, a empresa aciona as agências de verificação Aos Fatos e Lupa. A ideia é que as agências – seguindo um método de código aberto – sinalizem quais conteúdos são, de fato, fake news. “Vereadora Marielle era namorada do traficante Marcinho VP”. Falso. A plataforma então se encarrega de diminuir a distribuição desses links. Na prática, fazê-los morrer de inanição.

    Parece tudo ótimo se você acreditar na promessa: as agências brasileiras de checagem (pequenas empresas que ainda buscam um modelo de negócios sustentável) conseguem um grande cliente; o Facebook limpa minimamente nossos feeds das mentiras diárias; nós melhoramos nossa dieta de notícias, nos informamos com mais segurança e deixamos esse país menos sofrível.

    Na prática a teoria é outra. Já na data do lançamento, as agências foram detonadas por grupos de direita. Fotos de jornalistas foram expostas (e também a de alguns familiares), todos foram pressionados e ameaçados. O medo dos radicais conservadores era que a inanição digital provocasse a morte coletiva dos mentirosos contumazes.

    Esta semana foi a vez de parte da esquerda atacar. Sites se viram incomodados com a história do terço que o Papa Francisco benzeu a pedido de um consultor do pontificado para ser entregue a Lula. O canal Vatican News – criado por Francisco e administrado pelo monsenhor argentino Lucio Adrian Ruiz (que também cuida do Twitter oficial do Papa) – emitiu duas versões para a mesma história. Na primeira, apagada posteriormente, dizia que o terço levado pelo consultor não tinha sido enviado pelo Papa. Diante da manchete “Papa enviou terço a Lula”, as agências anotaram: falso. E o Facebook agiu de acordo com seu programa anti-fake news.

    Sobrou pras checadoras, que confiaram no canal do Vaticano e foram mais uma vez expostas como se trabalhassem para o demônio. As agências, antes do episódio, eram fonte de informação confiável citadas pelos mesmos sites que, depois, as acusaram de censoras. O Facebook criou um escudo usando as marcas Aos Fatos e Lupa pra fugir da própria responsabilidade. Enganou todo mundo.

    Leandro Demori.
    Diretor Executivo.”

  7. Excelente noticia é, a seleçao, nao por que eu quero, é mediocre. Nao ha’ mais circo, para anestesiar os animos.

  8. :
    : * * * * 04:13 * * * * .:. Ouvindo As Vozes do Bra??S??il e postando: Poesia contra a distopia (Distopia = Ideia ou descrição de um país ou de uma sociedade imaginários (!??!!!????) em que tudo está organizado de
    uma forma opressiva, assustadora ou totalitária, por oposição à utopia. “Distopia”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, [consultado em 13-10-2016].) : Poemas (acrósticos) de autoria
    do PoeTa anarcoexistencialista Cláudio Carvalho Fernandes para alguns dos valorosos blogueiros progressistas:

    Para o Paulo Henrique Amorim, do ConversaAfiada:

    Progressista dos melhores é o Paulo Henrique Amorim
    A certeza do bom combate na blogosfera
    Um batalhador pela democracia, por você, por mim
    Lutando sempre contra o pig, que é a besta-fera
    O império do mal, a ditadura midiática que quer do BraSil o fim

    Honrado e ansioso blogueiro, jornalista de primeira
    Estimado por todos os que o veem em ação
    Na internete é uma referência brasileira
    Realizando também excelente trabalho na televisão
    Indiscutivelmente seu nome é uma bandeira
    Querida de amor pelo Brasil, seu povo e nação
    Um guerreiro pela pátria justa e verdadeira
    Esse nosso prezado mestre e irmão

    Alimentando sempre uma boa ConversaAfiada
    Mantém-se como um digno baluarte da civilidade
    O perfeito crítico, irônico, inteligente e camarada,
    Revelando as mazelas da política e sociedade
    Instrumentalizadas pelo poder da informação monopolizada
    Mantém vivo em todos nós o amor consciente pela liberdade.
    .:.
    Para o ilustrador (humorista) Bessinha, do ConversaAfiada do Paulo Henrique Amorim:

    Boas e saudáveis gargalhadas nos faz ter
    Esse humilde gênio do humor na internete
    Sua criatividade é de fonte inesgotável, a valer,
    Sempre trazendo nova perspectiva, pintando o sete
    Inventando e reinventando o riso cotidiano
    Na sua melhor tradução sempre nos prega uma peça
    Hors concours do humor, (con)sagrado e profano,
    A mostrar que a sua bossa de criação é boa à beça
    .:.
    Para o Luiz Carlos Azenha, do Viomundo:

    Luiz Carlos Azenha, a senha para a boa informação
    Um jornalista que dignifica o jornalismo
    Investigativo do poder e a liberdade de expressão
    Zênite do mais humano altruísmo

    Comunicação com amor à verdade
    Ao nobre propósito de bem servir bem
    Rumo a uma nova sociedade
    Livre para se ir mais além
    Observando criticamente a realidade
    Somando experiência(s) e multiplicando-as também

    Admirável ativista do bem humano
    Zelando sempre pela justiça social
    Entusiasta da liberdade, igualdade e fraternidade, no plano
    Natural de quem é tal e qual
    Homem civilizado, honesto, bom e lhano
    Ah, se todo ser fosse a você igual!
    .:.
    Para o Luís Nassif:

    Luminoso baluarte do melhor humano
    Um exemplo digno de pessoa e profissional
    Íntimo amigo do que é bom, justo e lhano
    Superando as limitações do trivial

    Nobre ser de grande dignidade
    Ampliando o fraterno bem
    Sobre a própria humanidade
    Somando e multiplicando, indo além
    Infinitamente transcendendo a realidade
    Frugal: igual a você, ninguém!
    .:.
    Para o Brizola Neto, do Tijolaço:

    Bom de luta como o avô honrado
    Raiz de tudo o que é melhor
    Ilustre democrata já (a)provado
    Zelando pelo bem maior
    O povo ao seu lado
    Lutando livre mas não só:
    A realidade nos tem irmanado

    Nobre guerreiro do melhor debate
    Este poema é um agradecimento
    Te louvando pelo bom combate
    Orientado por humano pensamento
    ::
    Para Fernando Brito, do Tijolaço:

    Feliz quem pode te ler
    Espectador do melhor pensamento
    Resgatando o próprio prazer
    Natural de também pensar o momento
    Ampliando a visão sobre a realidade
    Nas críticas (e) reflexões
    De um País em busca da verdade
    Ou da própria humanidade, sem ilusões

    Brasileiro com muito orgulho e amor
    Registro vivo de pia humanidade
    Igual, livre e fraterna, multicor
    Tentando sempre de tudo a verdade
    Onde haja a comum-união de vida e labor
    .:.
    Para Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania:

    Eduardo Guimarães, prezado blogueiro progressista
    Digno cidadão, responsável e muito humano
    Uma boa pessoa, sempre e sempre altruísta
    A expressão verdadeira do ser lhano
    Revelando a cada gesto nobre humana conquista
    Do que de melhor há no fraterno plano:
    O bem de todos na prática humanista

    Gostar de gente, bem humana, é opção
    Um jeito de encarar a própria vida
    Incentivando cada ser a ser mais irmão
    Muito mais fraterno e justo, na lida
    Amorosa de sempre buscar dar atenção
    Real a cada um, na igual medida
    Ãnte a crítica observação
    Especial da experiência refletida, vivida
    Semeando o bem no bem sentir a razão
    .:.
    Para Miguel do Rosário, de O Cafezinho :

    Muita informação de boa qualidade
    Isso a gente encontra nO Cafezinho
    Gostoso encontro com a brasilidade
    Um exercício do jornalismo em alinho
    Entre o bem de todos e a humanidade
    Longa vida para este nosso maninho.

    Dialética com o melhor da razão
    O Miguel sempre nos traz de montão.

    Rimando bom jornalismo com crítica
    O Cafezinho faz a construtiva obra
    Ser ainda melhor, aliando política,
    Área nobre, à reflexão que se cobra
    Rumo ao ser pleno, cultura altruística
    Informando o bem fazer que se desdobra
    Onde é séria a boa atividade jornalística.
    .:.
    Poema(s) acróstico(s) para o maior e melhor brasileiro de todos os tempos : Luiz Inácio LULA da Silva :

    L ouvemos quem bem merece o mais pleno louvor:
    U m homem simples, como as coisas boas da vida,
    Í ntimo camarada, nosso irmão e amigo de valor,
    Z elando sempre pelo bem da humanidade querida.

    I nimigo dos maus, amigo dos bons, trabalhador
    N ascido do povo que muito o ama e admira,
    Á rvore de bons frutos, os de melhor sabor,
    C onsciência plena de tudo que no mundo gira,
    I magem perfeita do homem de si senhor,
    O humano defensor de humana lira.

    L uz de nossa gente, lutador incansável,
    U m verdadeiro herói do povo brasileiro,
    L úcido e consciente do mais admirável
    A mor pelo ser humano e verdadeiro.

    D igno e sincero, fraterno e muito humano,
    A migo do povo, honesto e sempre lhano.

    S eja o meu/nosso canto para te louvar,
    I sso que a voz do povo já disse várias vezes:
    L ula, o BraSil vive mais feliz só por te amar,
    V itória da melhor sorte no número treze,
    A fazer do brasileiro a humanidade a se ampliar.
    ::
    Autor: Cláudio Carvalho Fernandes ( PoeTa anarcoexistencialista )
    .:.
    L uz do povo brasileiro,
    U m digno e fiel lutador,
    L astreando com real valor
    A honra do BraSil inteiro.
    .:.
    L ula livrou 36 milhões da pobreza,
    U m feito memorável, sem precedentes,
    L utando contra a mídia venal, teve a certeza
    A bsoluta de estar ao lado dos brasileiros conscientes.
    .:.
    L ivrando da miséria extrema 36 milhões de brasileiros,
    U m feito sem igual, que, por si só, já bastaria,
    L ula segue sendo no mundo um dos primeiros
    A fazer de seu povo a eterna rima rica de sua poesia.
    .:.
    ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
    * * * * * * * * * * * * *
    * * * *
    Por uma verdadeira e justa Ley de Medios Já pra antonti (anteontem. Eu muito avisei…) ! ! ! ! Lul(inh)a Paz e Amor (mas sem contemporizações indevidas, ou seja : SEM VASELINA) 2018 neles/as (que já PERDERAM, tomaram DE QUATRO nas 4 mais recentes eleições presidenciais no BraSil) ! ! ! ! !
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    * * * * * * * * * * * * *
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  9. Ainda mais agora que o judiciário quis dar uma de político e se mostrou muitas vezes mais corrupto que os políticos , fica claro a importância dos partidos.
    O judiciário se dedicou a atacar o melhor dos partidos, o pt, e com isso destruiu os outros partidos e a democracia. Veio com a suprema corrupção e a destruição do país.
    E agora querem impedir de maneira supremamente corrupta que 60 milhões de brasileiros votem em quem escolheram e merece: LULA.
    Está será a total subversão feita pelo judiciário,

  10. Esses prolixos artigos sobre política e sobre os motivos que nos levaram a estar vivenciando as consequências do execrável golpe de que fomos vítimas; golpe urdido pela parcela mais desonesta, rica, esperta e entreguista de nossa sociedade: a parcela que direciona, a seu bel prazer, a opinião popular, só servem para intelectualizar o assunto, tornando ainda menos compreensível para a grande massa os argumentos discutidos, não servindo em nada para colaborar com a necessária politização do povo, sem o que nada de positivo se alcançará.
    Então, é preciso ser mais objetivo e mostrar com mais clareza e objetividade os reais motivos que levaram parte significativa do povo a sair batendo panelas contra um governo eficiente e legitimamente eleito pelo povo, cujos 12 anteriores anos de governança, provados num passado recente, tinham sido altamente positivos; para o país, no contexto universal, e para o povo, de uma forma geral?

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