FGV diz que alta de preços segue forte em abril

Um pequena queda, que não chega a ser um alívio: o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Getúlio Vargas, que mede semanalmente a variação mensal dos preços, com base em critérios muito semelhantes aos do IPCA, a inflação oficial, marcou 1,47% de alta entre 23 de março e 22 de abril.

É pouco menos que os 1,84% medidos na semana passada, em parte explicado pela queda do preço da energia elétrica – o fim da bandeira emergencial – e a quase completa absorção do reajuste da gasolina, ocorrido em 11 de março.

Os alimentos, maior pelo das despesas dos mais pobres, seguem ressionados: segundo a FGV, o grupo alimentação baixou quase nada (1,97% para 1,82%).

Quarta-feira é o IBGE quem divulga o IPCA-15, prévia da inflação de abril, que certamente virá muito acima dos 0,95% de março, quando a inflação, no final do mês, veio em 1,62%. Desta vez, deve ser o inverso: alta na medição da quinzena em torno de 1,5% a do final do mês algo acima de 1%.

O bastante para fazer o acumulado em 12 meses chegar aos 12%, porque os índices de abril passado (0,31%) será substituído por por uma taxa três a quatro vezes maior.

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