Governo perde no abono salarial e pede para adiar Previdência

Apenas 42 votos, quando o mínimo seriam 49 votos, foram insuficientes para que o Governo abolisse o pagamento de abono salarial a quem ganha menos de dois salários mínimos.

O resultado foi que o governo pediu a suspensão dos trabalhos na sessão e foi acompanhado pelos outros partidos da base governista.

Amanhã, porém, tem sessão do Congresso e, na pauta, a reforma eleitoral, que tem de ser votada pelo princípio da anterioridade de um ano na promulgação de regras para eleições.

Davi Alcolumbre convocou sessão para 11 horas da manhã, mas terá de votar seis destaques antes de 15 horas , quando começa a seção do Senado.

Objetivamente, complicou-se a votação da reforma da Previdência.

É quase impossível a promessa de votar o segundo turno no dia 10, como havia sido prometido.

A oposição está, mesmo em minoria, conseguindo retardar o golpe que fará o brasileiros trabalharem mais para ganhar menos.

O Governo sonhava em ganhar de lavada, com até 64 votos a favor de Paulo Guedes.

Foi caindo de 59 para 42 à medida em que a votação avançava.

E não foi por causa da hora.

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