Guedes, o cafajeste, e a mulher do Macron

A classe dominante brasileira, que sempre foi egoísta, irracional, insensível, escravocrata e mais uma dúzia e meia de adjetivos que qualificam a sua incapacidade de reconhecer seu povo como seres humanos ganhou, nos últimos tempos, um outro, o de cafajeste.

Vá lá que Jair Bolsonaro, reconhecidamente um pitecantropo em matéria de convívio social – aliás cm confissões explícitas como a de “levantar a borduna” deixa isso claro – mas o Ministro da Economia, Paulo Guedes, voltar à baixaria presidencial dizendo que “a mulher do Macron é feia mesmo”, para gargalhadas de uma plateia de empresários é de uma imundície muito mais grave, porque ele, ao contrário de Bolsonaro sabe perfeitamente o que está fazendo.

Não que eu esteja fazendo o gênero de “politicamente correto”, até porque acho que a resposta a este tipo de coisa é daquelas que a senadora Kátia Abreu deu a José Serra quando lhe atirou o vinho de uma taça à cara, porque a vergonha é o melhor corretivo aos cafajestes, mas pedir desculpas depois e dizer que “não havia intenção de ofender” só ressalta a covardia de quem age assim.

O mais triste, porém, é que Guedes é o retrato da “avacalhação” dos homens do dinheiro no Brasil, uma espécie de ralé rica, incapaz de liderar qualquer processo de alavancagem de nossa economia.

É por isso que lhes cai tão bem este governo de botequim.

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36 respostas

  1. Somos governados por bandidos, malucos, cafajestes e por aí vai.
    O fim do mundo já chegou no Brasil, o apocalipse foi aqui, nosso país se tornou um lugar de aberrações, de insanidades, de maldade…

      1. Farei o mesmo.

        Lembrei-me de uma frase atribuída a Pedro de Lara sobre Sílvio Santos: É tão pobre que só tem dinheiro.

  2. Concordo com vc Brito. Disse outro dia que transferiram aqueles tipos avacalhados de boteco para o planalto

  3. E a cada dia que passa nosso governo vai passando atestado de mal educado, provinciano e grosseirão….Lamentável.

  4. No Brasil, o grupo do governo federal se tornou um bando de valentões de escola que fazem bullying quando o chefe manda. Antes era só aqui dentro, mas agora a vergonha é internacional.

  5. Um casal amigo meu aqui do Recife, bozo até a medula mas sincero o suficiente para trocarem comigo confidências da última viagem à Europa, confessaram: agora em agosto, quando se identificaram num hotel em Munique como “brasileiros”, ouviram uma bronca monumental da senhora que os atendia na recepção. Perguntou-lhes a senhora, com insatisfação explícita: “como que o maravilhoso Brasil escolheu um LOUCO desqualificado para governar? E disse a eles que toda a Alemanha guarda até hoje, bem viva na memória, os tempos dificílimos da era NAZISTA. Será que vamos precisar viver exatamente o que a Alemanha sob domínio nazista de Hitler viveu para entendermos que não há Brasil com esse LOUCO DESQUALIFICADO?

    1. Olha, ante a epidemia de despreparo intelectual que vivemos, é capaz de passarmos pelo que passaram os alemães sob Hitler… e continuarmos votando no carrasco…

      1. Tem q agregar
        Tipo Benedita da Silva prefeita com Freixo vice e alavancar umas celebridades p vereadores q odeiam o Bozonaro p ter metade da bancada
        E isso em todas capitais e areas metropolitanas

    2. Assino embaixo ao que a senhora alemã disse, acrescentado mais 2754 insultos ao LOUCO DESQUALIFICADO.

  6. Cada vez que leio essas baboseiras desse governo, lembro da revista de HQ Brucutu. Alguém lembra do Piteco & Cia, no reino de Ur? Eles moravam em cavernas!

  7. “Brasil, enfim podemos juntar a hipocrisia, a arrogância e a covardia às nossas marcas identitárias, por Mariana Barreto ” No GGN de Luís Nassif .
    E , não é só das elites não .

  8. SETEMBRO DE 69.
    Estamos na Semana da Independência. O povo e a ditadura comemoram de maneiras diferentes. A ditadura promove festas, paradas e desfiles, solta fogos de artifício e prega cartazes. Com isso ela não quer comemorar coisa nenhuma; quer jogar areia nos olhos dos explorados, instalando uma falsa alegria com o objetivo de esconder a vida de miséria, exploração e repressão que vivemos. Pode-se tapar o sol com a peneira? Pode-se esconder do povo a sua miséria, quando ele a sente na carne?- MANIFESTO,ALN- MR8-

  9. Caro Brito, como admiro seu trabalho, observo que há uma impropriedade na frase “incapacidade de reconhecer seu povo como seres humanos”, o pronome possessivo “seu” confere às classes dominantes um status que não deve ter, eu diria “o povo a que pertence”, o que muda muita coisa, inclusive no que se refere à sua (dela) autoimagem..

  10. Este patriarcado new rich, new liberal, bandida, miliciana, que está no poder, é de fato de boteco, mas de quinta categoria. Daqueles em que o banheiro fede a mijo porque não levantam a tampa e urinam fora, mesmo que bebam bebidas caras. Coçam o saco sem cerimônia, mesmo dentro de ternos caríssimos. Falam merda e ofendem, mesmo comendo caviar. E são apoiadas por umas mulheres machistas siliconadas em bundas, peitos, lábios preenchidos parecendo todas Maga Patalógica bem made in USA. Vivem em canto de alegria e brigas estilo covil de hienas. Este Guedes é o tio Patinhas, preparando o cofre para fazer seus banhos de ouro. Que vergonha sinto por ter que coexistir com isto.

  11. É isso, uma PICARETAGEM DE BOTEQUIM, que discute e se diverte com os assassinatos praticados pelas milicías que comandam e também, com as malas de 38Kg de pasta de cocaína nos voos Presidenciais.

  12. Paulo Guedes é verdadeiramente, “a cara” do desgoverno Bozonaro: falastrão, com passado nebuloso e desprovido de competência.
    Agora também, copia do seu líder, a fama de “político-diarreia”, ou seja, fala uma coisa à noite e logo na manhã seguinte, diz que não falou, que se expressou mal, que os jornalistas não entenderam, etc….
    Pra ficar igualzinho mesmo, só falta abandonar entrevistas….

  13. Bozo e seu entorno são irresponsáveis e covardes. Falam merda com muita facilidade e com a mesma facilidade pedem desculpas. Não sustentam o que dizem. Vale repetir, são irresponsáveis e covardes. Sua palavra vale menos que o peido de um cachorro, só que fede mais.

  14. Pior foi a “piada” dizendo que NAO TEM MULHER FEIA, depende do ANGULO que se olha!!!

    “Piada” com conotação sexual?????? Que FDP!!!!

  15. O Guedes disse o que disse para tentar agradar o Bolsonaro um pouquinho, depois que foi declarado pelo mercado como muito mais poderoso que o mito. Bolsonaro percebeu que o projeto de destruição bolado pelos carcarás do sistema financeiro vai cavar sua própria ruína. Quando todas as funções vitais do país estiverem paralisadas, para que o Guedes saia pelas ruas recolhendo seu butim e vendendo tudo aos estrangeiros por preço vil, então o povo vai querer jogar o Bolsonaro no primeiro incinerador que encontrarem. Ele será o supervilão execrado para todo o sempre

    E ele começa a entender isso. Tentou agora mesmo ver se podia sair da sinuca sufocante da lei do teto de gastos, para dar um mínimo de alento à máquina pública. Bolsonaro mostrou um inesperado desejo de governar, e imediatamente os abutres que se juntam nas árvores em volta à espera do falecimento do país caíram em cima dele, como se ele estivesse pondo em perigo o grande plano de destruição que se comprometeu a cumprir.

    A partir do recuo que foi então obrigado a fazer, o Bolsonaro vai entender perfeitamente que o Guedes é muito mais poderoso que ele, porque está diretamente sintonizado com os grandes abutres. Mas se o Bolsonaro puder raciocinar, vai encontrar uma boa saída para salvar sua pele. E esta saída é chamar dois ou três assessores de economia leais a ele, como se faz nos EUA. Se não puder fazê-lo oficialmente, que o faça informalmente. Tais assessores, além de virem a desbastar o poder do Guedes, afinal encontrariam uma saída técnica para explodir o teto dos gastos, com a ajuda e o aplauso da maioria dos congressistas.

    1. Se Bozonaro ficar desesperado ele pode pegar uma arminha e meter uma bala na propria cabeça. Eu apoio.

  16. O Guedes deveria comprar urgentemente um espelho para sua casa, pois parece que ninguém lá usa esse utensílio, principalmente o ministro , já que a julgar pela sua cor, deve fazer parte da “Supremacia Mestiça”.
    Quem sabe ele não tem espelho porque está usando também em casa o método das privatizações que aplica ao país, vendendo primeiro os móveis da casa, depois as roupas e finalmente as aberturas, paredes, teto e piso ?

  17. A primeira vista espanta a manifestação cafajeste do ministro guedes.
    Mas a grande maioria dos economistas são cafajestes. Baseiam-se numa pretensa sabedoria universitária para expor ignorância, desprezo pelo povo, ofensas e calúnia aos que são do outro lado, etc, como sempre fizeram aqueles que atacavam a Dilma na globo.
    São capazes de, por exemplo, aceitar a presidência de uma empresa do tamanho e dignidade da Petrobrás, mesmo sendo inimigos dela e declarando que ela “não devia existir”, etc.
    São exceções, aqueles que tentam analisar com o pouco que sabem os problemas sociais (que seria a essência da sua função) e os reais problemas econômicos que interessam ao país e ao povo. Aqui e alhures.
    Se sentem a vontade em governos como o do bozo.
    O guedes é um péssimo sujeito, mau economista e cafajeste.

  18. A VERDADEIRA BELEZA ESTÁ NOS DETALHES:
    https://pt.wikipedia.org/wi
    Brigitte Marie-Claude Macron (Amiens, 13 de abril de 1953) é uma professora francesa. Esposa do presidente Emmanuel Macron, é a atual primeira-dama da França.[1][2] Em 2015, para ajudar seu marido em sua candidatura à presidência, encerrou sua carreira como professora de literatura do Lycée Saint-Louis-de-Gonzague, uma prestigiada escola de elite em Paris.[3]
    Brigitte Macron nasceu chamando-se Brigitte Marie-Claude Trogneux em Amiens, França. É filha de Simone (1910-1998) e Jean Trogneux (1909-1994), antigos donos da Chocolaterie Trogneux, fundada em 1872 em Amiens.[4][5] Seus pais tiveram seis filhos, sendo ela a mais nova.
    Brigitte Auzière ensinou francês e latim em La Providence, um colégio jesuíta em Amiens. Foi nesta escola que Brigitte e Emmanuel Macron se conheceram.[6] Macron frequentava suas aulas de literatura e ela era responsável pela aula de teatro que ele frequentava.[7]
    Em 1989, Brigitte concorreu para um assento no conselho municipal de Truchtersheim, mas perdeu a eleição. Foi sua única candidatura a um cargo eletivo.[9]
    Em 2015, para ajudar seu marido em sua candidatura à presidência, encerrou sua carreira como professora de literatura do Lycée Saint-Louis-de-Gonzague, uma prestigiada escola de elite em Paris.[3]
    Brigitte desempenhou um papel ativo na campanha do marido; um alto conselheiro afirmou “sua presença é essencial para ele.” De acordo com a Bloomberg, era “uma das poucas pessoas que ele [Macron] confia.”[10] Após ser eleito presidente, Macron declarou sua esposa “terá o papel que ela sempre teve comigo, ela não será escondida.”[11]
    Em 22 de junho de 1974, Brigitte casou-se com o banqueiro André-Louis Auzière, com quem teve três filhos. Ela se divorciou de Auzière em 2006 e casou-se com Macron em 2007.
    Profissão dos pais: . É filha de Simone (1910-1998) e Jean Trogneux (1909-1994), antigos donos da Chocolaterie Trogneux, fundada em 1872 em Amiens.[4][5] Seus pais tiveram seis filhos, sendo ela a mais nova.
    ————————————————————————————————–

    Michelle de Paula Firmo Reinaldo Bolsonaro (Ceilândia, 22 de março de 1982)[1][2][3] é uma ativista brasileira de causas sociais e inclusivas e a atual Primeira-dama do Brasil.[4] Ela é esposa do capitão reformado e 38.° Presidente do Brasil Jair Bolsonaro.
    Natural de Ceilândia, periferia do Distrito Federal,[5] concluiu seus estudos em escola pública e trabalhou como secretária parlamentar entre 2004 e 2008 na Câmara dos Deputados, onde conheceu seu futuro marido, Jair Bolsonaro.[6] De origem nordestina e já com uma filha, Letícia, casou-se em 2007 com o então deputado federal, com quem teve uma filha, Laura.
    Evangélica, é defensora de causas sociais relacionadas a pessoas com deficiência, com visibilidade em doenças raras, inclusão digital, conscientização sobre autismo, inclusão de libras nas escolas e outros projetos sociais.[7]
    Michelle tornou-se a primeira primeira-dama brasileira a discursar no parlatório do Palácio do Planalto durante uma posse presidencial. Ela, que faz parte do Ministério de Surdos e Mudos da Igreja Batista, onde atuava como intérprete de Libras nos cultos, quebrou o protocolo discursando em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).[8]
    Nascida no Hospital Regional de Ceilândia, uma região administrativa do Distrito Federal, Michelle de Paula é filha de Maria das Graças Firmo Ferreira e de Vicente de Paulo Reinaldo. O pai, natural de Crateús, no Ceará, é um motorista de ônibus aposentado, cujo apelido, “Paulo Negão”, tornou-se notório nacionalmente através do uso em discursos por parte de Jair Bolsonaro para defender-se de acusações de racismo.[5][9][10] Já a mãe de Michelle é natural de Presidente Olegário, em Minas Gerais. Os pais de Michelle vieram morar na capital do país na década de 1970 e se separaram quando ela ainda era criança.[11]
    Michelle cresceu em Ceilândia Norte, um bairro de periferia, em uma casa improvisada nos fundos de um lote que pertencia à família de sua mãe Maria das Graças. Declarou que perdeu vários amigos adolescentes para o tráfico de drogas na região.[16] Em 2014, o seu avô materno, Ibraim Firmo Ferreira, um gari aposentado, foi vítima de latrocínio em Planaltina.
    https://pt.wikipedia.org/wi
    A profissão dos pais está aqui:
    https://www.metropoles.com/

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