Parte do STF vibra com Barroso colocado na berlinda

O presidente do Senado – como quase todo mundo – estranhou que só anos após as denúncias contra o Senador Fernando Bezerra Coelho a Polícia Federal tenha resolvido fazer uma operação de busca e apreensão dentro da Casa.

” Operação para entrar no gabinete do líder do governo? Sete anos depois? O Senado Federal vai se posicionar como instituição. Vamos questionar isso juridicamente

Há ministros esfregando as mãos pela oportunidade de desautorizar o pavonismo de Luís Roberto Barroso, sobretudo porque, como lembrou David Alcolumbre, há uma contradição com sua própria decisão de que o foro especial só pudesse ser aplicado em atos relativos ao mandato eletivo ou enquanto durasse a investidura no cargo eletivo.

Coelho é acusado por atos que teria praticado como Ministro de governo – o que, claro, não é mais – e não como Senador.

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19 respostas

  1. ….Parte do STF vibra …. ”
    Este é o termômetro de qualquer julgamento de Lula em plenário .

  2. Ah, aquelas mãos etéreas, que esvoaçam suavemente, enquanto o olhar de gueixa se detém, por um momento, ao passar pela câmera (câmera, viu, Moro?) e vai pousar nalgum ponto indeterminado, no infinito, ah, aquele biquinho ao final de certas frases, os meneios de cabeça buscando a expressão mais doce… Ah, que falta fazem os salões de Paris e a nobreza porca, sem banho, sebosa sob a roupa pesada e rica e as perucas, imunda e vil até o talo da alma e enxaguada em perfumes caros, para disfarçar a podridão…, naquele lindo e saudoso século XVIII.

  3. Como podemos sair da M … se nossos empresários são golpistas e, pior, escravistas?
    Se Militares apoiam a entrega de nossas riquezas para o nosso maior inimigo, os istaduszunidos?
    E por fim, como sair dela se a cúpula dos serviços públicos faz tudo que os anteriores mandam?
    Só os Movimentos Sociais e a Esquerda nos salvam, COM CERTEZA!!!!

    1. Me parece que o uso de guilhotinas, de postes, de armas, e de todo tipo de violência foram os meios que a maioria dos povos do mundo utilizaram para por fim a autocracias, a governos criminosos e genocidas, a invasões estrangeiras e a qualquer tipo de poder despótico, arbitrário, injusto e injustificável. Da mesma forma que esses mesmos meios foram muitas vezes também utilizados contra este ou aquele povo e contra um poder democrático e legítimo. A tal história da violência como parteira da História, infelizmente não é exatamente um exagero, assim como não dista muito da realidade a frase daquele famoso diálogo que diz que se amas a paz deve estar pronto para fazer a guerra para defendê-la. Mas dado nosso “excepcionalismo” parece que isso não funciona e não se aplica aqui em um país abençoado por Deus e bonito por natureza. Aqui continuaremos sendo massacrados de tempo em tempo e a seguir sorrindo, olhando para o outro lado e oferecendo a outra face, cada um cuidando da sua própria vida e todos muito ocupados para pensar no bem geral e outras incômodas “ficções”, quando muito reclamamos aqui e ali, escrendo longos textos como este que acabo de finalizar, não é mesmo?

      1. É muito difícil “enxergar” e entender o que se passa com esse nevoeiro de mentiras, injustiças e modismos mercantis que inundam o Brasil e talvez o planeta todo.
        E aí nossos instintos mais primitivos querem agir.
        Eu começaria pelos banqueiros… Depois o Vírus ff-hh-cc.

      2. Infelizmente, a análise histórica está correta, mas é só. O uso de guilhotina, postes e armas pessoais já não tem serventia, diante do desenvolvimento das estratégias e da estrutura anti-motins ao alcance dos autoritários dispostos a usá-las. Hoje, a Bastilha nunca teria caído, não haveria “todo poder aos sovietes” e Sierra Maestra abrigaria muitos cadáveres de guerrilheiros. O tempo histórico é outro. Tropas equipadas física e mentalmente para agir de forma implacável contra seus semelhantes, que elas não mais veriam como tal mas como “indesejáveis”, acabam com qualquer tentativa de levante populacional em poucas horas, desde que se queira. Vimos isto acontecendo em Tianamen, na Praça Tahir, na Praça Syntagma, etc. Venceram os que tinham tal estrutura ao seu favor, não necessariamente o que desejavam aqueles que se sublevaram. Apenas duas coisas podem mudar isto: a ausência de vontade de fazer uso de tais aparatos pelo questionado (ou incompetencia para fazê-lo) ou situações de tal desespero que levem toda uma população a agir de forma descontrolada, quase suicida. Aí tudo descamba para o conflito generalizado, e guerras fratricidas nunca terminam bem, independente de quem ganhe. Não vale a pena apostar em uma parteira da história que traga mais risco de matar a criança do que de ter sucesso. Prefiro argumentar via textões.

        1. Acho que não me fiz entender. Não aposto e muito menos não defendo uso da violência. O que falei está consagrado em textos clássicos desde Aristóteles a Maquiavel, e não parece que os dois filósofos defendessem a violência nem como meio e nem como fim político. A questão que se coloca é justamente o contrário: é como protegemos a democracia da violência e da guerra, como defendemos o método e os valores que estão associados a essa forma de governo. E particularmente como fazemos isso num país como o Brasil na qual a democracia é a exceção que confirma a regra de nossa “tradição” autoritária. E nunca esquecendo que toda vez que a democracia foi atacada neste país, nós os democratas fomos incapazes de defendê-la, e muitos pagaram com a própria vida na vã tentativa de protegê-la.

      3. É muito difícil “enxergar” e entender o que se passa com esse nevoeiro de mentiras, injustiças e modismos mercantis que inundam o Brasil e talvez o planeta todo.
        E aí nossos instintos mais primitivos querem agir.
        Eu começaria pelos banqueiros… Depois o Vírus ff-hh-cc.

        1. Aqui só avançamos pelos erros e pela conseqüente e momentânea desorganização da turma da Bufunfa. Foi assim no desastroso final da ditadura e do regime de 64. Foi assim no desastroso final do principado tucano e será assim depois do caos dos governos nascidos depois do Golpe de 2015-2016. Só conseguimos avançar algo em função dos erros de nossos adversários. Pagamos muito caro pr nossos acertos, que o digam Lula e Dilma. Prefiro passar por alto pela nossas ilusória auto-confiança.

          1. Fazemos auto-crítica o tempo todo, não é mesmo?
            Os entreguistas donos do Brasil querem é nosso o suicídio político.
            Só que não!
            Não faremos guerrilha como em 1964. Nossa ação é nas ruas e também na rede gringa de comunicação.

  4. Parece que o andar da carruagem está esvaziando o poder de renomados personalistas e oportunistas. Alguém retirou o ar comprimido que lhes enchia a bola da prepotência autoritária.

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