Trump é tratado com Remdesivir, não com cloroquina

Para Donald Trump, que cansou de “prescrevê-la” aos norte-americanos, nada de cloroquina. Está sendo medicado com Remdensivir, segundo comunicou ontem o comandante Sean Conley, da Marinha e médico da Casa Branca desde 2018.

O antiviral, desenvolvido originalmente para combater do vírus ebola, é um dos dois aprovados pela Food and Drug Administration o órgão regulador dos EUA, neste caso para o tratamento de pacientes em estado grave. Não há resultados consistentes sobre sua eficácia, mas os EUA compraram, em junho, praticamente todo o estoque mundial da droga.

En quanto isso, crescem as suspeitas de que o “espalha” do vírus nos círculos presidenciais se deu na sexta-feira da semana passada, na cerimônia de anúncio de Amy Coney Barrett como indicada para a Suprema Corte, realizada no Jardim das Rosas da Casa Branca, onde os convidados sentaram-se próximos e bem poucos usavam máscaras. Entre os desprotegidos, o próprio marido de Barret e seus sete filhos, que se sentaram ao lado de Melania Trump, a primeira dama, todos de rosto descoberto.

Pelo menos sete dos convidados sentados até a terceira fileira de cadeiras tiveram, até agora, testes positivos revelados, numa versão norte-americana da “festa da Covid” da posse de Luís Fux.

 

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