Uma semana e começa o jogo decisivo: a TV

Sábado que vem vão ao ar os primeiros programas eleitorais dos candidatos a presidente.

Estaremos diante da ridícula contradição entre Lula ser, legalmente, candidato e, também pelo texto da lei, dispor dos mesmos direitos de propaganda dos demais candidatos, estar impedido de falar em “seu” programa.

Porque a Justiça brasileira acha que uma obscura juíza de Curitiba, a Dra. Carolina Lebbos, é mais importante que a lei brasileira e que a manifestação da ONU, que exige este direito para o ex-presidente, com base nos tratados internacionais aos quais o Brasil, espontaneamente, aderiu.

Nos nossos tempos, porém, “não vem ao caso”.

Apesar disso, começa a primeira fase do que é preciso fazer.

Informar. Emocionar.

Nosso pais vive uma situação como jamais experimentou.

Há um claro sentimento popular, reconhecido até mesmo pelos adversários do povo.

Contra ele, o Governo, os políticos, a mídia, o dinheiro.

É uma batalha épica, de onde só sairemos maiores.

Não haverá governo no  Brasil contra a vontade do povo, como não houve nestes dois anos e meio  de governo ilegítimo.

Cada um dos programas de 2 minutos e 30 segundos será uma escaramuça, uma janela por onde penetra a chama a atear-se em cada pedacinho deste gigante.

É mais do que se teve durante  os últimos anos e que, tantas vezes,  se desperdiçou.

Abriu-se um canal para levar ao que pode fazer vicejar a consciência popular, que anda inchada como semente prestes a brotar.

Hora de esquecer nossas pequenas e particulares razões e mergulhar neste caudal.

Tergiversar, escorregar, procurar miudezas é desertar do nosso dever.

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20 respostas

      1. Acima
        ‘Banhas’ do ‘mor(T)o’ &$ gilMAU Abdelmassih DANTAS!
        Lá isto é justiça, sô?

  1. Será a campanha mais suja e com mais mentiras da história. Não pretendo ver nenhum programa dos adversários, porque não tenho mais idade para me envenenar com lixo.

  2. O poder emana do povo? Então vamos à luta!!

    E respondendo a Barroso: quem precisa ser refundado é o judiciário e não o Brasil. O povo e o Brasil são vítimas do poder mais fechado e incoerente que temos. Menos, ministro!!

  3. Às urnas cidadãos e cidadãs. É ali que se faz a verdadeira revolução brasileira. Somos a maioria social e devemos reafirmar uma vez mais nossa condição de maioria democrática, legítima e soberana. Não temos outro mecanismo contra o Golpe e o arbítrio que não o voto e as eleições. Mas é importante obter uma vitória não só para os cargos executivos (presidência e governadores) mas também para o Congresso Nacional que foi um dos instrumentos utilizados pelo Golpe de Estado. Essa será a única forma de reverter essa transição lenta, gradual e segura rumo a uma nova forma de ditadura policial, judicial e econômica que os golpistas desejam ver definitivamente implantada.

    1. Nós já sabemos disso. O povão nem tanto. As propagandas da esquerda deveriam dedicar todo dia, uns dez segundos pelo menos,a informar as pessoas para não fazerem “saladas” legislativas na hora de votar.

  4. Já Sun-Tzu diferençava entre “guerra local” e “guerra total”. Antonio Gramsci, do fundo do cárcere fascista – como Lula – falava em “guerra de posições pela hegemonia política”. Fico com Sun-Tzu: agora é guerra total – o avatar que sobrevive da diplomacia quando não há mais democracia. E guerra total se trava no território nacional. O mais recente sintoma da mudança de perspectiva local para nacional, para quem se lembra, foi o redirecionamento impecavelmente tático da candidatura ao governo estadual de Marília Arraes para puxar a legenda do PT para as bancadas federal e estadual de Pernambuco. Quantas vezes Lula não aparecer na mídia, tantas mais ele aparecerá no imaginário do povo brasileiro, como ele mesmo já disse. Guimarães Rosa usou o linguajar e o imaginário do povo do sertão para criar uma ficção imortal e universal. Lula usa as mesmas armas para reconstruir e fazer uma realidade também imortal e universal. LULA LIVRE! LULA PRESIDENTE!

  5. Hoje, em uma lanchonete, passava na TV Globo o anúncio para a sequência de entrevistas com os Presidenciáveis e, claro, sem o nome do Lula ou de seu vice. Havia 3 funcionários e as falas foram uníssonas: “Eu não quero nem ver isso, porque não tem o Lula”. Novamente um disse: Eu vou votar no Lula, e os outros: Claro! eu também…daí se vê, que do fundo de uma cela, nenhuma grade consegue impedir que Lula ecoe por todo o Brasil.

  6. Ridiculo ler esse texto quando o tal “partido do povo”, com sua politicagem, tirou tempo de tv de um verdadeiro candidato do povo, Ciro Gomes, sem ganhar nada em troca.

    É como se petistas vivessem em uma realidade alternativa.

  7. Ridiculo ler esse texto quando o tal “partido do povo”, com sua politicagem, tirou tempo de tv de um verdadeiro candidato do povo, Ciro Gomes, sem ganhar nada em troca.

    É como se petistas vivessem em uma realidade alternativa.

  8. ????????????????????????????????????????????????
    Vamos à luta!!!
    “Tergiversar, escorregar, procurar miudezas é desertar do nosso dever.”!!!!
    ????????

  9. Fernando, gostaria de saber por que meu comentário de hoje cedo (domingo, 26ago18, mais ou menos às 06:13), aqui, nesta postagem de “Uma semana e começa o jogo decisivo: a TV”, foi “Detected as spam” por você ou pela tal de Disqus… se outros como o Viomundo e Blog da Cidadania o publicaram ‘ipsis litteris’, sendo que este último, Blog da Cidadania, usa a mesma tal de Disqus, que, parece, a gente tem que “driblar” (como nos tempos plúmbeos e sombrios da censura) aqui no Tijolaço… Apenas tornava pública minha decisão de possibilitar gratuitamente o uso por pessoas e/ou grupos do campo progressista (esquerdas brasileiras) de meus poemas em louvor a LULA (e ao Partido dos Trabalhadores). Essa Disqus (ou você) nesse caso parece(m) não ter critério constante nenhum, permitindo algumas vezes e outras não. Bom senso, meu amigo, bom senso… afinal, nós ambos já estamos na idade de tê-lo…

  10. Em conversas com colegas de trabalho e com algumas pessoas que militam na política, assim como em artigos de vários analistas e comentaristas de política, tenho visto uma grande expectativa e exacerbação com relação à propaganda eleitoral na televisão. A referência que essas pessoas usam são as eleições passadas, sobretudo a de 1989 e a de 2014, em que ocorreram as mais evidentes fraudes. Basta lembrar que em 1989, durante a apuração do 1º turno, os sistemas dos TREs e TSE, em regiões sensíveis, como zona da mata e leste de MG e oeste do RJ (em que Leonel Brizola tinha grande influência e votação expressiva, superando Lula) saíram do ar quando o gaúcho estava na frente e em curva de crescimento sobre Lula. Quando o sistema retornou, devidamente “operado e calibrado”, a tendência se inverteu. No resultado final, a diferença entre Lula e Brizola, no 1º turno, foi de apenas 454.445 votos, ou 0,67% dos votos válidos. Vale ressaltar que naquela eleição, o Ex-Presidente lula só foi o mais votado, em 1º turno, no distrito federal; já Leonel Brizola foi o mais votado em três estados da federação: RS, SC e RJ. Além dessa fraude, nos intestinos da “justiça eleitoral”, ocorreu a mais escancarada delas, por parte da TV Globo, que manipulou um debate, no qual selecionou os melhores momentos do midiático-marqueteiro Color contra os piores de Lula, já no 2º turno; o grupo Globo subornou a mãe da 1ª filha de Lula, nascida de um relacionamento quando ele estava viúvo, em meados da década de 1970, para que ela inventasse aquela história de que “Lula a havia solicitado abortar”; como se não bastasse isso, policiais colocaram camisas do PT em supostos “seqüestradores” do empresário Abílio Diniz. As conseqüências dessas sórdidas e criminosas manobras todos conhecemos.

    Em 2014 ocorreu o mesmo tipo de expediente. Ou os leitores se esqueceram de que TODAS as pesquisas de boca de urna, no 1º turno, davam empate técnico ou Marina Silva à frente de Aécio Cunha? Para “surpresa” de quase todos, abertas as urnas, o candidato tucano teve 12% a mais de votos que a ex-ministra do meio ambiente, o que extrapolava TODO E QUALQUER erro estatístico que pudesse ocorrer. Diante da fraude clara, impossível de se explicar, os institutos IBOPE e DataFolha deixaram de fazer as habituais sondagens para o 2º turno, pois já estava combinada aquela que seria a “bala de prata” na candidatura da Presidenta Dilma Rousseff,: aquela capa criminosa da esgotífera revista Veja, com a abjeta calúnia contra a então Presidenta Dilma Rousseff e o EX-Presidente Lula, acusando-os de de conhecer e ser lenientes com esquemas de corrupção na Petrobrás. Junto com essa capa, trabalharam as “justiças eleitorais”, sobretudo de SP, MG e estados do sul e sudeste do Brasil. Chegou-se ao absurdo de Gilmar Mendes, líder tucano no TSE e no STF, telefonar para o aliado Aécio Cunha, então no QG tucano de MG, na companhia de Luciano Huck e outros, comunicando-lhe a vitória e parabenizando-o por isso. FHC e outros rapineiros de alta plumagem já haviam contratado jatinhos para levá-lo à capital mineira, para saudar o neto de Tancredo Neves pela vitória na disputa presidencial. Mas a avassaladora vantagem obtida por Dilma Rousseff no Nordeste, onde em alguns estados recebeu o sufrágio de mais de 70% dos eleitores, colocou água no chope do tucanato e das oligarquias por ele representadas. O resto da história, com a consumação do golpe de Estado, não preciso descrever aqui.

    Fazendo uma análise fria e fático-histórica fica claro que a única eleição perdida por candidatos de esquerda – de 1989 até hoje – em que não houve fraude foi a de 1994, na esteira do plano real. A de 1998 foi fraudada, com a compra de votos para emenda da reeleição. Sem fraudes no sistema eleitoral, Lula teria vencido e 1º turno as disputas de 2002 e 2006. Em 2010, quando já havia sido criado o Instituto Millenium, o PIG/PPV nacional já estava instrumentalizado pelo alto comando internacional do golpe (Deep State estadunidense e finança transnacional) e o sistema judiciário brasileiro (PF, MP e PJ) cooptado/corrompido/comprado por esse mesmo ACI; sem atuação desses golpistas não teria havido 2º turno, apesar da inexperiência e pouca habilidade política de Dilma Rousseff.

    A conclusão a que chegamos é que a propaganda eleitoral oficial não tem esse peso todo que muitos analistas lhe atribuem. Há 5 anos os golpistas têm para si e para seus candidatos quase 100% do tempo de propaganda no PIG/PPV. Esse PIG/PPV usa grande parte do tempo para aniquilar a Esquerda, o PT e sobretudo o Ex-Presidente Lula. Portanto se essa máquina de guerra/propaganda fosse tão eficaz como alguns insistem em considerar, a Esquerda, o PT e Lula não teriam vencido nenhuma das últimas 4 eleições presidenciais. Os mais de 40% de votos hoje demonstrados pelo Presidente Lula parecem solidamente cristalizados, mesmo que TODO o tempo de propaganda no PIG/PPV esteja com os golpistas e algozes dele. Não serão os 5 minutos de aparição oficial do picolé-de-chuchu que mudarão as intenções de voto dos que já optaram pelo ex-Presidente Lula. Identificado até a medula com o golpe e com a quadrilha de Michel temer et caterva, são remotas as chances do tucano Geraldo Alckimin reverter o quadro atual e mesmo conseguir votos suficientes para ir a o 2º turno.

    Além da máquina de propaganda, todo o sistema judiciário brasileiro (cooptado/corrompido/comprado pelo ACI), trabalha diuturnamente para aniquilar Lula, o PT e a Esquerda. Embora os institutos de pesquisa (quase todos ligados a grupos de comunicação, como TV Globo, Grupo Folha/UOL e outros conglomerados menores que compõem o PIG/PPV) teimem em publicar “resultados de sondagens” mostrando que “mai de 60% se informam pela televisão ou pelo rádio”, não há como estabelecer correlação, muito menos nexo causal entre esse índice e a decisão tomada pelos eleitores, na hora de votar. Se houvesse esse nexo causal, a Esquerda e o PT jamais venceriam qualquer eleição. Os institutos sempre procuram minimizar e desqualificar a internet como meio pelo qual os eleitores se informam e tomam decisão na hora de votar. Isso tem a ver com clara luta fatal entre os oligopólios da chamada ‘velha mídia’, os blogs e portais independentes na web e nas redes sociais. A questão não é saber se, mas quando a internet vai matar a ‘velha mídia’, que mesmo controlando os maiores portais da web não consegue reproduzir nesse meio digital o controle e manipulação da informação que vigorou desde os tempos de Guttemberg até o início deste século XXI.

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