Universidade dos EUA prevê 88 mil mortes no Brasil

O Instituto de Medições e Avaliações de Saúde ( IHME, na sigla em inglês) da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington traçou um conjunto de projeções, com base nos dados oficiais, do que aguarda cada país em matéria do desenvolvimento da pandemia do novo coronavírus.

E as notícias não são nada boas para o nosso país, que reporta uma projeção de 88 mil mortes até agosto, o segundo maior número do mundo, perdendo apenas para os 147 mil óbitos previstos para os Estados Unidos.

Este é um valor mais provável, de um intervalo que vai de 30 mil a 190 mil vítimas, dependendo do isolamento social, da ampliação das redes hospitalares e na variação dos graus de contaminação de cada pessoa infectada.

Os gráficos permitem verificar as estimativas para cada país.

“As novas previsões do IHME para um número crescente de países em todo o mundo demonstram a ampla gama de respostas que os formuladores de políticas e autoridades de saúde tiveram diante da pandemia”, disse o diretor do IHME, Dr. Christopher Murray. “Nosso objetivo é informar suas decisões sobre a melhor forma de gerenciar e mobilizar o Covid-19.”

Isso, claro, para países que não são dirigidos por um psicopata, que pode nos levar a situações ainda piores.

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11 respostas

  1. Pelo que vi do gráfico pode ser pior ainda, pois a curva de projeção de mortes diárias acumuladas, tracejada, leva em conta as notificações de até hoje do Ministério da Saúde, que sabemos, assim como ocorre com o número de infectados, estar também sub-notificada. Já na região sombreada (bege) as mortes poderão ultrapassar para a mesma data, 4 de agosto, um total de 180 mil ou, descerem para aquém de 88 mil, se tudo mudasse para melhor que hoje, no tocante à defesa.

  2. 13 de maio. Dia de lembrar a dívida, em dinheiro sonante mesmo, que o país deve aso descendentes dos escravos.
    Não é dificil de calcular e é dívida real. Mais certa do que o que pagamos de “dívida externa” que nem sabemos porque é, e em alguns casos pagamos como indenização da nossa independência lá no século 18.
    Dia do decreto que jogou os escravos para fora das fazendas, tirando até o pouco que ali dentro tinham.
    Quando pagaremos?

  3. Na Europa a vários séculos atrás na época da peste negra, ninguém queria enterrar os mortos, pois era extremamente contagiosa . Então foi proposto a aqueles condenados a longas penas por diversos crimes que: se eles assumissem a função de sepultar os mortos sua penas seriam canceladas. Muitos toparam, mas poucos escaparam.

  4. Boa tarde, Fernando Brito.
    Essa pesquisa, pelo que verifiquei no próprio site, considera as 88 mil mortes baseado nos dados do Ministério da Saúde, que não realizam testes e, portanto, são dados sub-notificados. Ou seja, a destruição provocada por Bolsonaro e o coronavírus será muito pior. Acredito que em torno de 300 mil mortes. Um horror.

  5. Tava vendo aqui a última entrevista do débil mental psicopata. Insiste na Cloroquina e diz que os ministros devem estar alinhados com ele. Quer dizer: o médico deve obedecer o paciente. Vamos há pelo menos o dobro do previsto pelas universidades.

  6. A margem de erro é bem dilatada,60mil para baixo e 90 mil para cima,é fácil ser pesquisador e técnico em estatística nos USA!

  7. Capitão Corona vai bater a meta de 30 mil mortos com folga. Depois ele dobra a meta. Que horror estamos vivendo. Parabéns a Estadão e congêneres pela “escolha difícil”.

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