Vélez recua,”desbolsonariza” carta, mas mantém “ordem unida” às escolas

O Ministério intitulado da Educação publicou uma nova versão da carta fascistóide que mandou ontem aos diretores das escolas públicas e privadas.

Retirou, além dos “novos tempos” referente ao governo instalado, o slogan bolsonarista “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”.

Já tinha levado um trambolhão da Secretaria de Educação de Pernambuco, que disse que não ia cumprir a ordem e se anunciava um sem número de processos pelo aparelhamento político das escolas.

Manteve a recomendação de cantar o Hino Nacional – o que já era objeto de lei, uma vez por semana, desde 2009 – e putra medida polêmica, a de gravar as crianças, sem autorização dos pais, e enviar o video para a secretaria de Comunicação da Presidência e para a assessoria de imprensa do MEC, o que ainda vai dar pano para manga.

O ministro que foi  alojado na Educação é uma desgraça nacional.

Só serve mesmo aos jornalistas e emdobro. Fala besteiras homéricas e depois ainda rende um “desmentido”.

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15 respostas

  1. E a Lúcia Guimarães, hein? A sujeita diz que o Brasil era contra o engajamento militar na Venezuela. Mentirosa. Tanto o Mourão como o chancelelé estavam fechados com o vice americano. Só quando o grupo de Lima decidiu pela não intervenção é que o Brasil aceitou a proposta. Lúcia Guimarães, que agora serve à Abril, acredita que vai enganar alguém com esse papo de clã Bolsonaro. Como se quem governasse o Brasil fosse Mourão, e não capitão nazista.

    1. Não creio que Mourão estava engajado no ataque à Venezuela.
      Na guerra pelo poder entre ele e o Bozo, Mourão deixou o Bozo quebrar a cara, mas o exército brasileiro já estava fechado em não atacar a Venezuela. Eles sabem que as forças armadas não são nada mais que uma teta gorda fornecida pelo povo para que eles mamem e que seriam escorraçados da Venezuela.
      É melhor posarem de éticos e democratas.

  2. No fim de tudo, as crianças cantarão: “e o sol da liberdade em raios ‘sújidos’ melou o céu da pátria nesse instante”, o famoso “ouviu o galo do Duque Estrada cantar, mas não sabe onde”, enquanto nada saberão de cidadania, matemática, ciências e português.

  3. Esse caso do ministro da educação mostra didaticamente a envergadura intelectual e política do governo Bozo.

  4. Este ministro é um dos “dejeitos” do Bozo. Pudera, um palhaço na presidência, esperavam o que dos ministros?

  5. Me lembro de uma letra do hino nacional que nós moleques costumávamos cantar onde havia laranja madura, laranja madura e por aí vai. Se o “ministro de la educación” souber, de repente ele abra$$a a idéía com fervor.

    1. Para cantar durante a introdução do hino (os primeiros acordes):

      Laranja da China/
      Laranja da China/
      Laranja da China
      Abacate, Limão/
      Doce tangerina

      1. Laranja da China vai magoar a rapaziada; eles preferem as da Flórida!!! São mais laranja!!

  6. Escancarou o verdadeiro objetivo da propalada escola sem partido: é o escola com partido único, o deles.

  7. todo dia tem uma cota a ser cumprida ou do núcleo maluquin ou do núcleo maluquin idem mas q finge de sensato. Eles se divertem enervando os mais sensíveis e ao mesmo tempo testam o balão de ensaio. Caso haja um clamor pop pelo hino nas escolas, eles vão lá e mudam o uma vez só por semana (no meu tempo essa chatice era todo dia). O q não se pode perder de vista é o principal, as mudanças na economia e o q vai como projeto pro congresso pq o resto é assessório pra encher linguiça e tb o saco de quem não se alinha com eles

  8. Entrei na escola aos 7 anos, em 1963. Era uma escola municipal em Nilópolis onde nós brincávamos “escola municipal entra burro e sai animal”; “escola da mangueira ( tinha muitos pés de manga) entra burro e sai caveira”. Em 64, cantávamos o hino hadteando a bandeira e perfilados; cantávamos o hino à bandeira; da independência; ao assassino de Duque de Caxias, o tal do “glorioso e sagrado”. Tinhamos aula de Moral e Cívica. Tudo isto foi inútil na minha formação cidadã, porque a minha casa era uma célula do partido comunista, meus pais lutavam para fazer a reforma agrária e chamavam os militares de ” gorilas”. Nada daquilo fazia sentido para mim. Muito menos a palavra ” lábaro estrelado”. O hino cantado lá em casa era ” De pé, Ó vítimas da fome, de pé famélicos da terra…”. Até porqie passavamos fome.

  9. Entrei na escola aos 7 anos, em 1963. Era uma escola municipal em Nilópolis onde nós brincávamos “escola municipal entra burro e sai animal”; “escola da mangueira ( tinha muitos pés de manga) entra burro e sai caveira”. Em 64, cantávamos o hino hadteando a bandeira e perfilados; cantávamos o hino à bandeira; da independência; ao assassino de Duque de Caxias, o tal do “glorioso e sagrado”. Tinhamos aula de Moral e Cívica. Tudo isto foi inútil na minha formação cidadã, porque a minha casa era uma célula do partido comunista, meus pais lutavam para fazer a reforma agrária e chamavam os militares de ” gorilas”. Nada daquilo fazia sentido para mim. Muito menos a palavra ” lábaro estrelado”. O hino cantado lá em casa era ” De pé, Ó vítimas da fome, de pé famélicos da terra…”. Até porqie passavamos fome.

  10. Do jeito que tem nesse “governo” alguém desmentindo o que outro alguém desse “governo” disse, está na hora do Bozo criar uma nova pasta.
    O Ministério do Desmentimento!

  11. Cantar o Hino, pelo menos aqui no Paraná, acontece com regularidade nas escolas estaduais e municipais, normalmente nas quarta-feiras. Nada de novo quanto a isso.
    Usar publicamente a imagem de menores, já há algum tempo, demanda a autorização prévia dos pais. Tbm nada novo quanto a isso.
    Agora ler cartinha com slogan de campanha eleitoral do ano passado e confundir a cabeça das crianças associando nosso belo Hino com posterior leitura de carta contendo doutrinação político-ideológica…… É o cúmulo do absurdo.
    Tentam mascarar uma armadilha doutrinária dentro de um ato que deveria ser frequente nas escolas e isento de paixões políticas, o ensino do respeito aos símbolos nacionais.
    E o tal ministro de la educación já deu pra trás, pra variar, como os celerados deste governo costumam fazer quando defecam publicamente. Serão quatro longos e tenebrosos anos.

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