Fachin, agora, quer mostrar que não é “aha urru”?

Interessante a declaração do ministro Luís Edson Fachin, hoje, em palestra no TRE do Paraná, dizendo que “juízes também cometem ilícitos e devem ser punidos”.

“Juiz algum tem uma Constituição para chamar de sua. Juiz algum tem a prerrogativa de fazer de seu ofício uma agenda pessoal ou ideológica. Se o fizer, há de submeter-se ao escrutínio da verificação.”

Mudando as palavras, disse o mesmo dos membros do Ministério Público.

O “aha urru, o Fachin é nosso” começa a produzir estragos.

A entrevista de Nélson Jobim (que causou forte irritação em Sergio Moro), hoje, é a de quem conversa sempre com os ex-colegas de STF.

Há nervos à flor da pele com os boatos de que estaria bem próxima a revelação de áudios com expressões bem “pouco ortodoxas” em relação a integrantes do Judiciário e até ao próprio Jair Bolsonaro.

Como na história do rei nu, a invulnerabilidade da Lava Jato dependia do silêncio absoluto, que já não há.

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email