Promotor que já foi chamado de “pateta” investe contra o MTST e o PT

O promotor Cássio Conserino – aquele que um dia a Folha chamou de um dos “Três Patetas” do Ministério Público e e que invocou “Marx e Hegel” numa acusação a Lula – que acabaria sendo manipulada até virar a condenação pelo triplex do Guarujá, volta a atacar o PT, desta vez acusando-o de aliar-se ao Primeiro Comando da Capital para oprimir os moradores desvalidos daquele edifício abandonado que se incendiou no Largo do Paissandu, no ano passado.

Na Veja, ele diz que o “PCC atuava com militantes petistas para coagir sem-teto“, numa vaguíssima acusação de que eles eram “coagidos” a transferir seus títulos para a capital paulista, como se fosse uma “estratégia” achar que dezenas ou mesmo centenas de eleitores – coisa que, aliás, eles devem ser – representasse algo numa cidade que tem 9 milhões de votantes.

Conserino, já duas vezes condenado por danos morais – uma delas ao ex-presidente Lula, por tê-lo chamado de “encantador de burros”, em 2017, pelo que foi sentenciado a pagar R$ 60 mil ao petista – continua usando o cargo para fazer política desavergonhadamente.

É claro que em qualquer ocupação pode haver um ou outro “espertalhão” querendo levar vantagem, mas daí a enxergar uma trama entre um partido político e organizações criminosas – que aliás vivem em boa paz com os governos tucanos de SP – vai a distância da torpeza e do ódio político.

A este burro velho aqui, que já viu esta tática abjeta ser usada contra Brizola no Rio de Janeiro, isso não impressiona.

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